sábado, 24 de novembro de 2007

Anatomia de Grey

Olá comuns mortais!

Se há “pacote” que está inventado, usado, reutilizado e abusado, é o das séries inspiradas em hospitais.
É Serviço de Urgências (já vai na decima quarta temporada)…é Scrubs…é Nip/Tuck…é House…são mais de 70 séries até hoje criadas, baseadas no dia-a-dia de médicos e enfermeiros. Todos os anos dizemos que já não aguentamos mais do mesmo, está tudo visto e não há nada de novo para mostrar…Mas há quem esteja disposto a mostrar que estamos errados.
Grey’s Anatomy é mais do que esse dia-a-dia, é mais que histórias bizarras de doentes e mais do que actores a dizerem em 10 segundos, 47 palavrões médicos com 57 silabas cada e ainda discutirem pormenores pessoais com o médico ao lado enquanto entubam um paciente que voou 20 metros através do para-brisas depois de bater num camião que se despistou ao tentar evitar os destroços do avião que caiu em cima do super-petroleiro…Anatomia de Grey é um drama intenso e uma comédia hilariante.
No centro do enredo (como vem sendo comum, e como vos tenho vindo a mostrar, elencos com duzias de actores…) está Meredith Grey (o nome é um trocadilho do famoso livro de anatomia “Anatomia por Gray” de Henry Gray) interpretada por Ellen Pompeo (actriz de 38 anos que além de ter dos nomes mais gregos de Hollywood já participou em filmes como Apanha-me se puderes, Old School e em séries como “Friends”…não deixa de ser curioso que tenha começado a sua carreira à apenas 8 anos…), uma talentosa médica, filha de uma “lendária” cirurgiã, Ellis Grey (interpretada com mestria por Kate Burton), que agora combate contra a doença de Alzheimer. Com momentos de sabedoria, de cobardia, comédia e por vezes capaz de provocar extrema irritabilidade com as suas mesquices (esta parte foi a titulo pessoal…), Meredith é uma personagem completa…Não é, nem tenta ser perfeita. Aliás, toda a série baseia-se nos seus erros e conseguintes aprendizagens…
A acção começa com o início do seu internato no Hospital Seattle Grace, onde conhece os seus fiéis companheiros…
Chistina Yang (Sandra Oh…era mesmo porreiro que o nome dela fosse a junção dos dois apelidos…que conta com muitas séries no curriculum e filmes como “Sideways” e “Blindness” com data prevista para 2008, baseado no livro “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago) é uma médica competitiva, de caracter forte. Ninguém lhe passa a perna, e se tentar, pode contar com as garras afiadas. Yang é provavelmente a melhor médica do grupo de “caloiros” e rapidamente se torna na melhor amiga de Meredith.
Isobel “Izzie” Stevens (Katherine Heigl, que considerando os seus 29 aninhos já conta com uma carreira longa, com séries como Roswell e filmes como o recente Knocked Up, que recomendo desde já, como a melhor comedia dos ultimos tempos!), é uma bonita (linda!! E podre de bo…) estagiária com um passado dificil e pobre. Sabe-se que viveu num atrelado e foi mãe na adolescência. Com o coração mais doce do grupo, apega-se sempre e demasiado aos seus pacientes. O que uns interpretam como fraqueza, na sua opinião torna-a numa médica melhor. Katherine venceu o Emmy este ano, para melhor actriz secundaria em drama pelo seu desempenho na série.
George O’Malley (J.R. Knight, practicamente virgem no mundo da representação…), é, juntamente com Meredith, umas das personagens centrais. Tem uma relação especial com quase toda a gente…todos gostam dele, e lhe reconhecem a qualidade como médico. Passa por momentos caricatos e dificeis ao longo de toda a série. Torna-se o melhor amigo de Izzie, e fazem companhia a Meredith na antiga casa da familia Grey.
Um pouco mais a “leste” está o outro interno, Alex Karev (Justin Chambers protagonizou “O Mosqueteiro”, que tantas vezes tem dado na SIC ao domingo à tarde, e “Zodiac". Para as meninas que sonham com ele…já é casado e é uma máquina de fazer meninos…já conta com 5 filhos.) é um interno imaturo e arrogante e com um enorme ego. Por vezes faz as coisas erradas por simples ignorância, mas a maior parte das vezes é por pura maldade e testa constantemente a paciência dos seus colegas.
Na série é bastante óbvio as duas classes de médicos existentes. Por um lado temos os imaturos e inexperientes estagiarios, por outro os experientes professores séniores do hospital. Nomes sonantes da cirugia, com reputações internacionais (é obvio!), responsáveis por encaminhar a “miudagem” ao longo do processo. Mantê-los na linha, ensiná-los, e em alguns casos se envolverem emocionalmente com eles.
Dr. Derek Shepherd, aka “McDreamy” (Patrick Dempsey é um actor com uma carreira longa, com filmes como Scream 3, Sweet Home Alabama, Freedom Writers e o mais recente Enchanted, actualmente nos cinemas…) é um neurocirurgião recém-chegado ao hospital. Depois de uma separação atribulada, procura paz e uma nova vida em Seattle. Numa noite envolve-se com uma bela rapariga, têm um caso…e no dia seguinte apercebe-se que ela é um dos seus “novatos” no hospital. O romance Meredith-Derek é um dos principais pilares da série. Com namoros e break-ups constantes, Derek tem de lidar com a imaturidade da jovem médica e revela-se muito paciente, esperando que ela um dia “assente”. Com uma personalidade calma e sábia, tem levado os rabos de saia que assistem à serie à loucura. Dra. Addison Montgomery-Shepherd é a ex de Derek. Uma belissima ruiva, cirurgiã de neo-natal (Kate Walsh participou em filmes como Family Man com Nicholas Cage, e curiosamente a sua primeira aparição foi na série Serviço de Urgência), que é convidada a integrar o staff do hospital. A principal razão da sua mudança é a tentativa de recuperar o casamento com McDreamy, mas a coisa não lhe corre bem, e no final da terceira temporada ela abandona mesmo a série para protagonizar um spin-off (série baseada noutra série). “Private Practice” reata a historia das personagens apresentadas durante um episódio da Anatomia e da-lhes vida própria (ora mais uma série de médicos…), falarei mais tarde desta série, que também já me conquistou…
Eric Dane (participou no filme X-Men 3) é Dr. Mark Sloan (ou McSteamy, pela sua famosa saída com fumaça da casa de banho só de toalha...). Um reconhecido cirurgião plastico e antigo melhor amigo do Dr. Shepherd...digo antigo porque Sloan foi o homem com quem Addison se envolveu num caso e levou ao fim do casamento com Derek (já estão a imaginar a confusão naquele hospital!). Ao inico o ambiente entre os dois “Mc’s” é muito frio, mas a persistência de Sloan em voltar aos velhos tempos, e a alma caridosa de Derek, dão novas esperanças a esta velha amizade, com momentos muito comicos.
Dr. Preston Burke é o robot dos médicos residentes. Especializado em cardiologia, é o sucedor nato para chefe dos cirurgiões. Assim como McDreamy, também ele “molha a sopa” numa estagiária. Preston ensina Yang a ter uma relação séria enquanto lhe mostra como fazer um transplante com uma caixa de fosforos, uma cotonete e um berlinde…
Apesar da sua importância no enredo, Isaiah Washington (Romeu deve Morrer e Ghost Ship) foi despedido no final da terceira temporada após ter chamado “maricas” ao actor T.R. Knight (que mais tarde viria a confirmar a sua homosexualidade) durante uma discussão com Patrick Dempsey. O assunto tornou-se uma bola de neve, e entre pedidos de desculpa e desmentidos, os directores da estação decidiram não renovar o contrato a Isaiah e lá se arranjou uma maneira de ele sair elegantemente. O actor participou nos primeiros episódios da nova série “Bionic Woman”. Mas foi curta a participação visto que ele já “morreu”…
Dra. Callie Torres (Sara Ramirez) é uma Cirurgiã Ortopedista que aparece posteriormente na série e torna-se namorada e futura mulher de George. Sem querer desvendar nada da quarta série…digamos…que o seu lugar na série está em risco…
No papel de chefe do hospital temos o Dr. Richard Webber (James T. Pickens, um senhor do mundo do espectaculo com mais de 80 participações em séries e filmes, como Traffic…), um experiente cirurgião que ainda não perdeu o jeito com a “faca” embora os seus melhores anos já tenham passado, dedicando-se agora à gestão do hospital. Mantém uma relação muito chegada com Meredith porque teve um caso antigo com Ellis Grey, e embora seja casado há muitos anos com a sua actual mulher, nunca esqueceu a antiga paixão.
Deixei para ultimo a minha favorita. Na minha opinião é a melhor actriz do elenco, e de pensar que o seu papel foi completamente reiventado (originalmente a Dra. Midanda Bailey, ou a “Nazi”, como é tão “carinhosamente” conhecida, era suposto ser uma loira!). Chandra Wilson faz um grande papel, quer como médica, quer como “mãe” responsável pela educação dos jovens estagiarios. Amiga confidente de Derek e Addison e pupila do Dr. Webber, Dra. Bailey é uma personagem fantastica só por causa dela…
Nesta quarta temporada os caloiros já são residentes e ficam responsáveis por pequenos grupos de estagiarios. Entre eles Lexie Grey (Chyler Leigh – Not Another Teen Movie), uma nova personagem, determinada a construir uma relação com a sua meia-irmã, Meredith Grey. De destacar ainda a Dra. Erica Hahn (Brooke Smith), que veio substituir Preston Burke como chefe da cardiologia.
Não me posso esquecer das dezenas de actores “menores” que a cada episódio dão vida aos pacientes mais estranhos, e que sem eles a série não seria tão boa.
Mérito para Shonda Rhimes, a criadora e argumentista, que conseguiu criar um enredo tao complexo e variado, e mantê-lo de boa saúdinha, com alguns actores practicamente desconhecidos. Shonda também é responsável pela criação da série “Private Practice”.
A quarta temporada, actualmente em exibição, está a fazer jus à qualidade das anteriores e faz-nos desejar que, à imagem de ER, também se prolongue durante 14 temporadas…
Saudações comuns mortais!

Tales of a Heart...

-I love you for the way you make me feel, for the way you touch me in a clumsy way…you made me love all your defects…

-You make me wish to be a better soul, so I can at least deserve your attention…your kind eyes…your innocent touch…that simple smile…

-I don’t see the time to be near you, and find myself making up foolish excuses to avoid leaving you…

-I can’t hurt you woman…even if I want to, I don’t know how…

-I damn you for making me weak, for showing me a better world…

-Everytime I start to forget you, you made me fall in love with you again…

-What should I do? Please my light, my goddess…what should I do?

-Once I’ve touched your hair and my hands were never the same…not even silk made them forget…

-Why does she encourage me with her right eye, to leave me naked in the crowd with the left?

-Does she knows that with a smile she could make me turn rivers?….make us walk the heavens?…make us atheists believe in a God?…time stops to admire her…Oh Great One, with all that power, you decided not to enslave us all…

-In the seventh level of hell may I be imprisoned if only I could dream with a kiss from those lips…

-Is my destiny to make you feel good, to put a smile in your lips…no matter what…to light that small spark in your eyes?...So I can return home…alone!

-From the bravest of the flowers of Africa to the strongest smell of Asia’s incense…I’ve never experience such smell like the air that surrounds you…
-What shall I do to have your attention? Become a second person with second pretenses? I just wish that instead of having to decifer other people’s eyes and body signs, instead of lying in every punch line, instead of playing the “give attention-show indiference” game…people would just cross a room full of strangers, sit next to you and say: “I like you! I could say million words about how your body makes me wonder, compare your eyes with the most valious gem on earth, I could right about you to the wind…but I just want to say…I like you! Let me make you happy!”

-Why do I miss you so much if I never had you?!

-Those anyone else do the things that I do for you?!

-Why do I find my reason in you? You don’t see me…at least with the eyes I wish you would…why do I feel you’re worthy of all my time, why do I feel you deserve all the time that is yet to come?...

-If I knew that I’d born to serve you, to worship and contemplant you from a distance, to hold your tears and guard your secrets…I wouldn’t want any other fate…but I need to know that I have a purpose, and the doubt is killing me…

-Am I just despered? Do I represent all my frustrations in a fake love for you?

-I try to find the meaning I keep seeing in you…that reason to go to bed at night and to wake up in the morning….That small rewarding smile I see in your face althought it cost me so much to earn it…I try to find that simplicity in the eyes, in that piece of hair that falls in your face…I try to find beauty in other women…but they only make me think more of you…

-People may say I’m crazy and that you’re not worthy of my attention. Me? I just believe in that old fashion love. Not the eternal love…the love with no treason, without making you play games that you don’t understand…that love that doesn't make you show a better person than you really are, so you can be loved…


-I find myself not caring anymore. You stop feeling pain after so much time getting used to it. After a while that particular pain is your only friend… no more, no less that others you had felt. Nothing makes that one special…

-Wouldn’t be great if we were loved by what we really are…if good things happen to good people…that would be a world that deserves you…

-Do we all have a chance for love? Did my time passed already? Does it really come for “everyone”? I used to believe so…
-What did that heart said that I’m failing to say to conquer you?!

-Is my anatomic function so insignificant that I have to carry all the consequences of the emotions?

-Is my fate to suffer the same pain that I have not caused? Should I accept this nails although I do not deserve them?! Should I see them as a necessary evil to form my character?

-Forgive my foolish and messy words…I’m nothing but a red tainted heart that suffers the double of pain the past brought me, and half of what tomorrow plains to me…

-If only I was like my proud brother upstairs…in the throne that he built…claiming for him the final decisions…racional decisions that althought brings him peace in his sleep will never bring the pure feeling that runs in my veins…Why am I responsible for the great decisions? Why am I so violently silenced when I should be screaming at the four winds? Why am I the one who cryes when you run out of salty water?!

-Yes I’m a fool…a fool in my thoughts, in my words and in my lack of actions…yes, I bring you despair, pain, sorrow and unnamed feelings that torments you my brother…but I can’t stop thinking what would be of you if it wasn’t for me…the one who introduces you to the most pure of the tastes...

-I shall leave you with your thoughts my brother…I’ll continue my grief…in silence…as always…and tomorrow more thousand words shall I bleed so she can hear me…Don’t feel sorry for me…I love! I wouldn’t want any other way and wouldn't trade it for anything…

Karma - Alicia Keys

Weren't you the one who said that you don't want me anymore
And how you need your space and give the keys back to your door
And how I cried and tried and tried to make you stay with me
And still you said your love was gone and that I had to leave

Now you talking bout a family
Now you saying I complete your dreams
Yeah
Now you sayin I'm your everything
You're confusing me
What you saying to me, don't play with me, don't play with me
Cause....

What goes around comes around
What goes up must come down
Now who's cryin', desirin' to come back to me
What goes around comes around
What goes up must come down
Now who's cryin, desirin', to come back

I remember when I was sittin home alone
Waitin for you til 3 o'clock in the 'morn
And when you came home you'd always have some sorry excuse
Half explaining to me like I'm just some kind of a fool
I sacrificed the things I wanted just to do things for you
But when it's time to do for me
You never come thru
Now you wanna be up under me
Now you have so much to say to me
Now you wanna make time for me
What'cha doin to me, you're confusin' me
Don't play with me, don't play with me
cause

What goes around comes around
What goes up must come down
Now who's cryin', desirin' to come back to me
What goes around comes around
What goes up must come down
Now who's cryin, desirin', to come back

I remember when I was sittin home alone
Waitin for you till 3 o'clock in the 'morn
Night after night knowing something goin on
Wasn't long before I be gone
Lord knows it wasn't easy believe me
Never thought you'd be the one that would deceive me
And never do what you're supposed to do
No need to approach me fool, cuz I'm over you

What goes around comes around
What goes up must come down
Now who's cryin', desirin' to come back to me
What goes around comes around
What goes up must come down

Factos...

Beleza?! Nunca namoras com a mulher mais bonita que já viste...E passas mais tempo a olhar para os olhos do que para o resto do corpo..
Paixão?! Sobrevalorizada...
Provas de Amor?! Só se não forem pedidas...
Ciumes?! O que importa é que no final do dia ela/e volte para "casa"...
Amor?! Paz no final do dia...

Pick somebody up - Raul Midon

I don't wanna be nobody's fool
And I don't wanna take no one to school
I just wanna pick somebody up
I don't wanna tell you how to live
I just wanna give what I have to give
Maybe it'll pick somebody up

Smiling faces, warm embraces
Love is walking hand in hand
Revolution is no solution
To the tragedy of men, here's my plan
Hope I can: pick somebody up

Honey when you give your love to me
Together we can make some history
Maybe it'll pick somebody up
Go along and get along and sell my soul
That'a ain't a way this pappa rolls
When a little? picks somebody up

Take a stranger, out of danger
Help someone to understand
That revolution is no solution
To the tragedy of men, here's my plan
Hope I can: pick somebody up

Why do you do it, why do you do it

Some people ask me: why are you're doing this thing
How come you're playing music for people
Getting up early in the morning just to catch a plane, a bus or a train
Going insane, fanning a flame, so then why-
Is it for love? Is it for self-expression?
Is it to combat depression? Is it to make people happy?
I mean, I love it
I can hear it
I listen when somebody smiles at me

When I'm happy, when I'm sad
When I'm surly, and when I'm glad
When that sunshine turns to rain
And I just can't stand the pain
And I feel I'm going insane
Till I get back home again
When I think I can't compete
And I just can't find the beat
When I'm old, when I'm young
When my final saw this song
I shall hope we have some fun
Spreading love to everyone
So before I tip my cup
I just wanna pick somebody up
Pick somebody up

Black and White...

Love is Black and White...The grey areas are just decisions to be maid...

Head over Feet - Alanis Morissette

I had no choice but to hear you
You stated your case time and again
I thought about it
You treat me like I'm a princess
I'm not used to liking that
You ask how my day was…

You've already won me over in spite of me
And don't be alarmed if I fall head over feet
And don't be surprised if I love you for all that you are
I couldn't help it, It's all your fault

Your love is thick and it swallowed me whole
You're so much braver than I gave you credit for
That's not lip service

You've already won me over in spite of me
And don't be alarmed if I fall head over feet
And don't be surprised if I love you for all that you are
I couldn't help it, It's all your fault

You are the bearer of unconditional things
You held your breath, and the door for me
Thanks for your patience…

You're the best listener that I've ever met
You're my best friend
Best friend with benefits
What took me so long…
I've never felt this healthy before
I've never wanted something rational
I am aware now
I am aware now

You've already won me over in spite of me
And don't be alarmed if I fall head over feet
And don't be surprised if I love you for all that you are
I couldn't help it, It's all your fault

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Definition of Beauty...

Beauty: It's a summation of the parts, working together in such a way that nothing needed to be added, taken away or altered...That's you....You're beautiful!

Kiss from a rose - Seal

Umas das minhas favoritas de sempre...

There used to be a greying tower alone on the sea.
You became the light on the dark side of me.
Love remained a drug that's the high and not the pill.
But did you know, that when it snows,
My eyes become large and
The light that you shine can be seen.
Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grey.
Ooh, the more I get of you, stranger it feels, yeah.
And now that your rose is in bloom.
A light hits the gloom on the grey.

There is so much a man can tell you, so much he can say.
You remain, my power, my pleasure, my pain, baby
To me you're like a growing addiction that I can't deny.
Won't you tell me is that healthy, baby?
But did you know, that when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grey.
Ooh, the more I get of you stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom.
A light hits the gloom on the grey.

I've been kissed by a rose on the grey,
I've been kissed by a rose
I've been kissed by a rose on the grey,
...And if I should fall along the way
I've been kissed by a rose
...been kissed by a rose on the grey.

There is so much a man can tell you, so much he can say.
You remain my power, my pleasure, my pain.
To me you're like a growing addiction that I can't deny, yeah
Won't you tell me is that healthy, baby.
But did you know, that when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grey.
Ooh, the more I get of you stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grey.
Yes I compare you to a kiss from a rose on the grey
Ooh, the more I get of you stranger it feels, yeah
And now that your rose is in bloom
A light hits the gloom on the grey

Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grey

You Could be Happy - Snow Patrol

You could be happy and I won't know
But you weren't happy the day I watched you go
And all the things that I wish I had not said
Are played in loops til it's madness in my head

Is it too late to remind you how we were
And not our last days of silent screaming blur
Most of what I remember makes me sure
I should've stopped you from walking out the door

You could be happy I hope you are
You made me happier than I'd been by far
Somehow everything I own smells of you
And for the tiniest moment it's all not true

Do the things that you always wanted to
Without me there to hold you back don't think just do
More than anything I want to see you girl
Take a glorious bite out of the whole world

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Hallelujah - Rufus Wainwright

I heard there was a secret chord
That David played and it pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
It goes like this, the fourth, the fifth, the minor fall, the major lift, the baffled king composing Hallelujah

Hallelujah

Your faith was strong but you needed proof, you saw her bathing on the roof, her beauty in the moonlight overthrew you
She tied you to a kitchen chair, she broke your throne, she cut your hair, and from your lips she drew the Hallelujah

Hallelujah

Maybe I have been here before, I know this room; I have walked this floor, I used to live alone before I knew you
I've seen your flag on the marble arch, love is not a victory march, it's a cold and it’s a broken Hallelujah

Hallelujah

There was a time you let me know what’s really going on below, but now you never show it to me, do you?
And remember when I moved in you; the holy dark was moving too, and every breath we drew was Hallelujah

Hallelujah

Maybe there's a God above, and all I ever learned from love was how to shoot at someone who outdrew you
And its not a cry you can hear at night, its not somebody who's seen the light, its a cold and its a broken Hallelujah

Hallelujah...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Brad Pitt

Entrevista com o Vampiro, Se7en, 12 Macacos, The Devil’s Own, 7 anos no Tibete, Meet Joe Black, Fight Club, Snatch, The Mexican, Spy Game, Ocean’s Eleven, Troy, Ocean’s Twelve, Mr. e Mrs. Smith, Babel, Ocean’s Thirteen, The Assassination of Jesse James by Coward Robert Ford

Ola comuns mortais!

O próximo actor de quem vos vou falar tem 43 anos e já vai para o seu 60º filme. Toda a gente o conhece, quer pela sua carreira no cinema, pelo seu aspecto ou mais recentemente pelo relacionamento que tem com a Angelina Jolie (os filhos destes dois deve ser uma coisa…até devem cuspir rubis!). Mas imprensa cor-de-rosa à parte, a verdade é que Brad Pitt afirmou-se como um actor de topo e o seu curriculum comprova-o.
O seu percurso começou em 1987 e contou com participação em filmes, como “Thelma and Louise” e “Kalifornia”, e em séries como “Dallas”, mas o primeiro filme que merece destaque (pelo menos pa mim…) foi em 1994. Em “Entrevista com um Vampiro” Brad dá vida, ou melhor, dá a morte, a Louis de Pointe, um homem (com cabelo até aos joelhos…) que é transformado em vampiro por Tom Cruise. O filme destaca-se pela originalidade da narrativa, Louis vai “relatando” a sua historia de centenas de anos a um jornalista, daí o nome do filme. Se fosse hoje tornar-se-ia a pelicula mais vista de todos os tempos considerando os protagonistas, mas ambos eram realtivamente desconhecidos na altura. Aliás, Tom Cruise é quem faz o papel mais intenso, que conta ainda com Kirsten Dunst muito novinha (12 anos), interpretando uma criança que não envelhece devido ao facto de ser vampira também.
A partir daí tava lançada a sua carreira…e se não estava, o ano seguinte acabou com as duvidas. Se7ven (Sete Pecados Mortais), tornou-se um marco do cinema, quer pelas suas interpretações, quer pelo seu nível de violência. Ao invés de ser um filme com muito “gore” e sem história (como se vê hoje em dia…não me obriguem a falar do Saw!), Se7en é a história de um jovem detective (Pitt) que tem como seu primeiro grande caso na nova cidade um serial killer (Kevin Spacey) juntamente com o seu parceiro (Morgan Freeman). Gwyneth Paltrow faz de mulher de Pitt, e o relacionamento passou para a vida real, chegando a haver um caso entre eles.
1995 foi mesmo um ano de filmes “loucos”, ainda nesse ano participou em “12 Macacos”, interpretando (brilhantemente), um doido varrido num manicómio, ao lado de Bruce Willis. Brad mostrou assim que era capaz de fazer todo o tipo de papéis e não se deixaria rotular como menino bonito.
Em Perigo Intimo (The Devil’s Own), Brad é Rory Devaney, um terrorista do IRA (para quem não sabe é o movimento que exigia a separação da Irlanda do Norte do Reino Unido e a anexação pela Republica da Irlanda…tenho que vos ensinar tudo!) que viaja para os Estados Unidos para adquirir armamento, e enquanto isso, fica sob disfarce em casa de Harrison Ford.
Após fazer filmes com papéis mais secundarios ao lado de grandes actores, estava na altura de se aventurar a solo.
O rapaz parece ter gostado do número sete, porque foram esses os anos que passou no Tibete. Heinrich Harrer é um montanhista que se vê obrigado a fugir da China por causa da guerra e aí cria laços de amizade com Dalai Lama (para quem não sabe também, há mais do que um Dalai Lama…) tornando-se um dos poucos europeus com esse privilegio. Uma grande interpretação de Brad, ainda que não seja pela sua capacidade de manter o cabelo tão brilhante e fofo (não foi nada gay este comentario…) no meio dos Himalaias…
Pitt andava numa maré de fazer filmes com 3 horas e “Meet Joe Black” foi a prova disso. Joe Black é nada mais nada menos que a Morte em pessoa. Decidida a tirar umas ferias do seu trabalho milenar, passar uns tempos com o seu próximo cliente (Anthony Hopkins) e apaixonar-se pela sua filha (reparem que ele não vai para uma praia em Bora Bora nem para a vadiagem com uma carrada de mulheres…vai pa casa de um gajo rico, fazendo-se passar por um empresario….loucura!!!). Não me interpretem mal, este filme é bom, mas não precisava de ter um ritmo tão lento. E conta ainda com um pormenor muito irritante…Claire Forlani (podemos vê-la actualmente na série CSI: Nova Iorque como namorada do chefe) é linda de morrer…mas não pára quieta com os olhos durante o filme todo…abre-os em excesso, olha pra um lado, olha pro outro…quem viu o filme sabe o quanto é irritante! Fora isso, bom filme, mas não o vejam se tiverem sono…
A sua capacidade para se reinventar como actor é notavel. Depois de fazer dois filmes com muito glamour e prender tudo o que é fêmea aquele cabelo loiro…Brad emprestou o coiro mais uma vez a um homem louco. Fight Club é mais um grande filme com duas grandes interpretações (Edward Norton ainda faz melhor papel na minha opinião), com um ambiente sempre muito sombrio e um final espectacular. Destaco também ainda Helena Bonham Carter no papel de namorada de ambos. Era necessario uma mulher tão forte e louca como eles os dois e ela conseguiu impressionar.
Depois o rapaz deve ter pensado: “fazer filmes completamente malucos tem de ser aos pares”…e voilá! Brad Pitt entra no novo milénio em força com 5 grandes filmes em pouco mais de 1 ano.
Snatch é um filme genial sobre histórias cruzadas (ao estilo de Colisão e Babel) e Brad Pitt interpreta um cigano (caracterização excelente, desde o sotaque ao guarda-roupa) com queda para o boxe. Um filme que tem tanto de violento como de engraçado, indispensável.
O próximo não podia ser mais diferente. Jerry é um homem encorralado pela mafia e pela sua namorada (Julia Roberts), e vê-se obrigado a ir ao Mexico para reaver uma pistola antiga de valor incalculavel com o nome de “A Mexicana”. Uma grande comédia com grandes interpretações (de Julia Roberts só se podia esperar isso…).
Em Spy Game (Jogos de Espiões) Robert Redford tem como ultima missão antes da reforma (é sempre na ultima…anos e anos nos empregos e é sempre a maldita ultima missão que se torna a mais dificil…) resgatar um agente (Pitt) que ele próprio treinou. Um filme de espiões mais ao estilo da triologia Bourne e de Casino Royale (uma visão mais realista do mundo da espionagem) e distanciando-se da cultura de James Bond.
Teve ainda tempo para fazer uma breve aparição na série “Friends”, contracenando com a sua mulher na altura, Jennifer Aniston. Pitt é um ex companheiro de turma de Rachel (Jennifer) que tinha problemas com o peso.
Para finalizar a sua grande entrada no século XXI, Brad junta-se ao seu grande amigo George Clooney, convida Matt Damon, Casey Affleck, Don Cheadle e Julia Roberts e fazem uma festazinha chamada “Ocean’s Eleven”. Eles bem podiam tar simplesmente sentados sem fazer nada que o pessoal ia ver na mesma. É notorio o bom relacionamento entre Brad e Clooney, as suas falas parecem espontâneas e os momentos em que um completa as frases do outro são geniais. Junta-se uma boa história de ladrões e temos mais um sucesso.
Uma ausência de 3 anos dos grandes planos de Hollywood, e Pitt saca da cartola nada mais nada menos que Aquiles. Podia fazer uma coisa simples e pacata…uma comédiazinha ou um romance, mas não, saca mais um multi-milionário epico, com uma grande interpretação, um grande sucesso e 6 abdominais com oleo johnson. Troia é mais do que um filme para mostrar Brad Pitt, Eric Bana (Incrivel Hulk e Munique) e Orlando Bloom de saias, é um grande filme! Com a justa etiqueta de épico. De destacar a interpretação dos dois manda-chuvas, Agamemmon (Brian Cox) e Priam (Peter O’Toole). Gosto especialmente da grande cena de luta de espada e o discurso de Priam quando vem reclamar o corpo do seu filho junto de Aquiles.
Após ter protagonizado a segunda parte da saga “Ocean’s”, juntou-se à sua actual mulher para fazer um dos mais filmes mais falados ultimamente (e quando digo ultimamente refiro-me à dois anos atrás…). John e Jane Smith são um casal de assassinos profissionais, até aqui nada de mal (salvo seja!), não fosse o facto de nenhum saber a ocupação do seu parceiro. O que é pena é que Mr. e Mrs. Smith tenha sido jogado para segundo plano com a relação dos actores na vida real, é uma comedia genial, com cenas de acção constantes, que só poderia ser protagonizado por aqueles dois, qualquer outra tentativa por parte de outro casal tornaria-o bem mais pobre. É bem notorio o avontade de ambos nos respectivos papeis. Podemos ainda ver Vince Vaugh (genial!) como melhor amigo de John e a jovem “Dra. Cameron” de House, como colega de trabalho de Jane.
No ano passado Brad decidiu mais uma vez desligar-se da imagem de sedutor ao interpretar um homem que vê a sua mulher (Cate Blanchett) a ser baleada num autocarro numa região montanhosa de Marrocos. Babel é um filme fantastico com multiplas histórias que se cruzam entre si. O filme não se centra em Brad Pitt, ele é apenas uma das suas personagens, algo que ele como actor nunca teve problemas em fazer ao longo da sua carreira, fazer o seu trabalho e não puxar para si toda a atenção. Um papel emotivo num filme que recebeu varios premios e esteve nomeado para quase todas as principais categorias nos óscares.
Este ano deu vida pela terceira vez (e provavelmente ultima) a Rusty Ryan em “Ocean’s Thirteen”. E vai termina-lo com um filme que já esta nomeado para óscar na categoria de “Título mais Longo”, em “The Assassination of Jesse James by Coward Robert Ford”.
Parece que não mas são quase duas dezenas de grandes filmes por este senhor, e o mais assustador é que tem 7 filmes para estrear em 2008 e vai produzir um total de 9 nesse período, como é que ele consegue…não sei!
As mulheres desejam-no e os homens querem ser como ele (sim, é verdade, e o gajo que disser que não, está a mentir com os dentes todos!). Um senhor que sabe ser galã e louco, sabe fazer filmes de acção e comédias, sabe ser protagonista e dar espaço aos outros para brilharem. Que não estraga a sua carreira com cultos e más escolhas, todos os seus filmes foram escolhidos a dedo. Tem o seu lugar assegurado no futuro de Hollywood e ficamos sem saber se os seus melhores anos já passaram ou estão ainda para vir…
Uma coisa é certa, é um valor assegurado em qualquer filme que entre, e sabemos que vai fazer um bom papel…sempre!

Agora se não se importam vou pesquisar umas imagens de gajas nuas para compensar…
Saudações comuns mortais!

Grey Room - Damien Rice

Well i've been here before
Sat on the floor in a grey grey room
Where i stay in all day
I don't eat, but i play with this grey grey food

Desole, if someone is prayin' then i might break out,
Desole, even if i scream i can't scream that loud

I'm all alone again
crawling back home again
stuck by the phone again

Well i've been here before
sat on a floor in a grey grey mood
where i stay up all night
and all that i write is a grey grey tune

So pray for me child, just for a while
that i might break out yeah
pray for me child
even a smile would do for now

Because i'm all alone again
crawling back home again
stuck by the phone again

Have i still got you to be my open door
have i still got you to be my sandy shore
have i still got you to cross my bridge in this storm
have i still got you to keep me warm

If i squeeze my grape and i drink my wine
coz if i squeeze my grape and i drink my wine
oh coz nothing is lost, it's just frozen in frost,
and it's opening time, there's no-one in line

But i've still got me to be your open door,
i've still got me to be your sandy shore
i've still got me to cross your bridge in this storm
and i've still got me to keep you warm

warmer than warm, yeah
warmer than warm, yeah
warmer than warm, yeah
warmer than warm, yeah

Vergonhoso!

Olá comuns mortais!

Eu sei que já passou um tempo desde que isto aconteceu…tive de deixar queimar um pouco da raiva senão partia isto tudo…

Vergonhoso! É a única palavra que me ocorre quando me lembro da cena de “pugilismo de gaja” do senhor Scolari.
Primeiro, porque é que sempre que se fala nele se diz “senhor” Scolari?! Movin’ on…Há tanto por onde pegar para dizer mal do velho que até tira a pica pa escrever…
Desde o Baía (é absolutamente normal não convocar o guarda-redes campeão europeu com mais intercionalizações pela selecção e convocar o terceiro guarda-redes do clube…não vejo o problema!), passando pelas constantes “agressões”, fisicas e psicologicas que ele nos tem feito (somos mesmo um povo fantastico, aturamos de tudo…) até às convocatorias parvas que tem feito ao longo dos anos…
“Ha e tal…mas e o Euro?! E o Mundial?!” pois, têm razão, mas esquecem-se que jogamos o Euro em casa e a equipa vencedora foi a Grecia! Um campeonato em que as grandes selecções tiveram bem pior que o costume, e acabamos por perder com a Grecia na final! Grande feito! Além de que era mais o FC Porto do Mourinho que tava a jogar do que a selecção…
Mas se há coisa que o velhote consegue provar é que consegue “enrabar-nos” (desculpem, é um bocado forte, mas não há outro termo…). Umas semanas antes um jogador da selecção sub-20 tenta tirar um cartão da mão do arbitro, uma situação mais caricata do que violenta. A UEFA punio-o, mas além disso, foi punido pela federação 1 ano…
O demente agride um jogador da Servia com um soco, e não só não é punido como tem o apoio total da Federacção para a sua defesa…um seleccionador….um soco….a um jogador….para defender um jogador que já esta a varios metros, sem qualquer perigo…podia ser ironico e dizer uma piada, mas a situação fala por si…
Não sei se hei-de rir ou lhe lançar uma granada…é tão vergonhoso!!!
Mas quando penso que a situação não pode piorar, a UEFA castiga-o com 4 joguinhos! E reduz para 3 após recurso…!!! Mas anda toda a gente a snifar farinha maizena?!
Tenho tanta vergonha de viver aqui as vezes…

Saudações, envergonhadas, comuns mortais!!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Best Cover Ever!!!

Senhoras e senhores...a melhor capa de todos os tempos! Desde a espetacularidade do nome do artista, até ao nome do single. A elegância com que as calças aconchegam os tins tins do moço até chegarem as mamas...O mosaico que é aquela t-shirt (pa quem não conseguiu ver, é um surfista!), e a maneira como ela combina com os suspensórios....
Este senhor inspirou uma geração....a geração de 1930, mas mesmo assim uma geração.....Espectacular!!!

Turn the Page - Metallica

Aqui fica, na minha opinião, a melhor musica dos Metallica.
Os meus agradecimentos também à linda modelo que cedeu os direitos da foto :D
Beijao grande.
On a long and lonesome highway, east of Omaha
You can listen to the engine moanin' out his one note song
You think about the woman, or the girl you knew the night before
But your thoughts will soon be wandering, the way they always do
When you're ridin' sixteen hours, there's nothin' much to do
And you don't feel much like ridin', you just wish the trip was through

Here I am
On the road again
There I am
Up on the stage
Here I go
Playin' star again
There I go
Turn the Page

So you walk into this restaurant, all strung out from the road
And you feel the eyes upon you, as you're shakin' off the cold
You pretend it doesn't bother you, but you just want to explode
Yeah, most times you can't hear 'em talk, other times you can
All the same old cliches, is it woman, is it man?
And you always seem outnumbered, you don't dare make a stand
Make your stand

Here I am
On the road again
There I am
Up on the stage
Here I go
Playin' star again
There I go
Turn the Page

Oh, woah, out there in the spotlight, you're a million miles away
Every ounce of energy, you try and give away
As the sweat pours out your body, like the music that you play
Later in the evening, as you lie awake in bed
With the echoes of the amplifiers, ringin' in your head
You smoke the day's last cigarette, rememberin' what she said

Woah, yeah

Yeah, here I am
On the road again
There I am
Up on that stage
And here I go
Playin' star again
And there I go
Turn the Page
And there I go
Turn that page

There I go, yeah, yeah
Here I go, yeah
There I go
I'm gone

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Scrubs!

Olá comuns mortais!

Antes de mais, desculpem por ter ficado tanto tempo sem “postar” nada…mas tava à espera de um acontecimento astrologico que só acontece de muito longe a longe…e como não chegou a acontecer…

Hoje vou falar-vos de mais uma série que gosto muito…Scrubs!

Tal como o nome indica (Scrubs é aquele “pijama” azul ou verde que os médicos usam...), trata-se de uma “série de hospital”. Mas ao contrário de Serviço de Urgências e Anatomia de Grey, Scrubs é uma sitcom sobre o dia-a-dia de enfermeiros, medicos, pacientes….e pessoal da limpeza…do hospital.
O primeiro episódio mostra-nos J.D. (interpretado por Zach Graff, não fez nada de especial a não ser a voz de Chicken Little), um jovem neurotico, fragil e imaginativo médico que juntamente com Turk (Donald Faison, participou em varias outras séries como Felicity e Clueless), o seu melhor amigo de à varios anos, têm o seu primeiro dia de estágio no Sacred Heart, onde conhecem a enfermeira Carla (Judy Reyes, também nada de significativo, varias participações em outras séries), uma Sul-Americana com alma de respondona e Elliott Reid (Sarah Chalke…adivinhem o curriculo…), uma insegura, fala-barata…e bonita estagiaria.
Rapidamente surgem casos amorosos entre eles, e são apresentados novos personagens que dão o real ar alucinado à serie. O director do hospital, Dr. Bob Kelso, um maldoso médico determinado a manter as contas do hospital bem certinhas e a infernizar a vida dos estagiários. Todd, é uma mistura de Don Juan, com Zé da Tasca…Tem a mania de engatatão mas nunca saca nada. Destaca-se pelos seus high fives geniais…e tem um para cada ocasião. Janitor, o encarregado da limpeza, que desde o primeiro momento embirra com J.D. e transforma-lhe os dias em verdadeiras aventuras. Nota-se que não tem nada que fazer da vida, e faz tudo menos limpar.
Deixei para ultimo o melhor, Dr. Perry Cox (John McGinley, talvez o único com algo no CV…Platoon, Rochedo, Um domingo qualquer e Wild Hogs). Dr. Perry é o “sargento” do hospital, poderia ter chegado longe não fosse o seu temperamento dificil e o seu sarcasmo constante (e brilhante). Faz tudo pelos pacientes, mas não é por isso que tem de os aturar. Torna-se o grande mentor de J.D. e vai ajudá-lo a tornar-se melhor médico, em contrapartida J.D. vai tornar Perry mais…soft. Os seus discursos são do melhor que há…não há quem se salve!
Carla envolve-se com Turk, J.D com Elliott, Dr. Perry tira do sério o director enquanto a ex-mulher (também interpretado de forma genial por Christa Miller-Lawrence) o chateia a ele. O Janitor implica com J.D. e ele procura refugio em Turk enquanto o Todd está sempre por perto…conclusão…uma salada!
E são estes os ingredientes (já são muitas referência culinárias…é o que faz escrever isto em jejum…) para uma grande comédia. Com momentos de loucura e de afecto e até drama (destaco os episódios em que entra Brendan Fraser, são especialmente bons…). Os melhores momentos são quando J.D. entra no seu mundinho particular e imagina as coisas mais loucas acontecerem.
A série já vai na sua sétima temporada (provavelmente a ultima) e os personagens já deram voltas e reviravoltas, o que mantém a coisa dinâmica.Os episódios são curtinhos e ideais para ver antes de ir dormir.
Scrubs é uma sitcom fantastica e faz-nos desenvolver grande empatia pelas personagens. Infelizmente não está em exibição actualmente em Portugal…mas aconselho-a vivamente. Arranjem maneira de a ver!! PS- Não estou claramente a incentivar-vos a sacar da net, ou a piratear de alguém...
Deixo-vos com um clip do início da segunda temporada. Vejam como a música é inserida no episódio. Ficam com uma ideia do ambiente da série.


Saudações comuns mortais!