segunda-feira, 30 de junho de 2008

Straitjacket - Alanis Morissette

Esta musica anda-me a dizer muito...sabe-se lá porquê...
Something so benign for me, construed as cruelty
Such a difference between who I am and who you see

Conclusions you come to of me routinely incorrect
I don’t know who you’re talking to with such fucking disrespect

This shit’s making me crazy The way you nullify what’s in my head You say one thing do another And argue that’s not what you did Your way’s making me mental How you filter as skewed interpret I swear you won’t be happy til I am bound in a straitjacket

Talking with you’s like talking to a sieve that can’t hear me
You fight me tooth and nail to disavow what’s happening

Your resistance to a mirror I feel screaming from your body
One day I’ll introduce myself and you’ll see you’ve not yet met me

This shit’s making me crazy
The way you nullify what’s in my head
You say one thing do another
And argue that’s not what you did
Your way’s making me mental
How you filter as skewed interpret
I swear you won’t be happy til
I am bound in a straitjacket

Grand dissonance
The strings of my puppet are cut The end of an era
Your discrediting’s lost my consent

This shit’s making me crazy
The way you nullify what’s in my head
You say one thing do another
And argue that’s not what you did
Your way’s making me mental
How you filter as skewed interpret
I swear you won’t be happy til
I am bound in a straitjacket

Citizen of the Planet - Alanis Morissette

Mais uma perola desta grande "Senhora"

I start up in the north
I grow from a special seed
I sprinkle it with sensibility
From French and Hungarian snow
I linger in the sprouting
Until my engine's full
Then I move across the sea
To European bliss
To language of poets
As I cut the cord of home
I kiss my mother's mother
Look to the horizon

Wide eyed, new ground
Humbled by my new surroundings

I am a citizen of the planet
My president is Kwan Yin
My frontier is on an airplane
My prisons, homes for rehabilitating
Then I fly back to my nest
I fly back with my nuclear
But everything is different
So I wait
My yearn for home is broadened
Patriotism expanded
By callings from beyond

So I pack my things
Nothing precious
All things sacred

I am a citizen of the planet
My laws are all of attraction
My punishments are consequences
Separating from source the original sin
I am a citizen of the planet
Democracy's kids are sovereign
Where the teachers are the sages
And pedestals filled with every parent

And so the next few years are blurry
The next decade's a flurry
Of smells and tastes unknown
Threads sewn straight through this fabric
Through fields of every color
One culture to another

And I come alive
And I get giddy
And I am taken and globally naturalized
I am a citizen of the planet
From simple roots through high vision
I am guarded by the angels
And my body guides the direction I go in

I am a citizen of the planet
My favorite pastime edge stretching
Besotten with human condition
These ideals are born from my deepest within

quinta-feira, 26 de junho de 2008

quarta-feira, 25 de junho de 2008

In the time of chimpanzees I was a monkey...

Boas comuns mortais!

Trago-vos (muito provavelmente!) a musica mais estranha/estúpida ever!!! Com um video a condizer claro...

Alerta: Qualquer tentativa de tirar algo profundo e lógico desta letra é absolutamente desnecessario...e provoca aumento de estupidez no Hipotálamo da Glandula...

Beck - Loser

In the time of chimpanzees I was a monkey
Butane in my veins and Im out to cut the junkie
With the plastic eyeballs, spray-paint the vegetables
Dog food stalls with the beefcake pantyhose
Kill the headlights and put it in neutral
Stock car flamin with a loser and the cruise control
Babys in reno with the vitamin d
Got a couple of couches, sleep on the love-seat
Someone came in sayin Im insane to complain
About a shotgun wedding and a stain on my shirt
Dont believe everything that you breathe
You get a parking violation and a maggot on your sleeve
So shave your face with some mace in the dark
Savin all your food stamps and burnin down the trailer park
Yo. cut it.

Soy un perdedor
Im a loser baby, so why dont you kill me?

Forces of evil on a bozo nightmare
Ban all the music with a phony gas chamber
cuz ones got a weasel and the others got a flag
Ones on the pole, shove the other in a bag
With the rerun shows and the cocaine nose-job
The daytime crap of the folksinger slob
He hung himself with a guitar string
A slab of turkey-neck and its hangin from a pigeon wing
You cant write if you cant relate
Trade the cash for the beef for the body for the hate
And my time is a piece of wax fallin on a termite
Thats chokin on the splinters

Soy un perdedor
Im a loser baby, so why dont you kill me?
(get crazy with the cheese whiz)

(Im a driver, Im a winner; things are gonna change I can feel it)

Saudações comuns mortais!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O antagonismo da contrariedade...

Boas comuns mortais!

Acabei de ver mais uma comédia romântica. E para não variar apetece-me cortar os pulsos/beijar alguém…Comecemos pelo inicio…

Primeiro, não me apetece cortar as artérias porque é uma comédia romântica, e eu sou um homem grande e másculo que não vê essas mariquices destinadas a mulheres solteiras, ou a namorados em busca de uma razão para se meterem numa sala escura no roço…Eu vejo porque gosto. São filmes tão verdadeiros como o Matrix…e a biografia de Gandhi...Porque tudo faz sentido, por vezes improvável, mas altamente possível…Vejo-o pela mesma razão que toda a gente vê: porque queremos sentir algo que nos parece impossível nas nossas próprias vidas…

As comédias românticas não me fazem pensar que a vida é cheia de verdades, que existe uma razão para tudo que acontece e que se tomarmos uma certa atitude seremos sempre recompensados com amor eterno (e reparem como até isso varia. Por vezes aquele que desiste é o que tem sorte…e noutras vezes, aquele que luta contra tudo e contra todos consegue a sua alma gémea. O que é assédio sexual num filme, é perseverança noutro…o que é patético num, é triste e misterioso noutro…). Os filmes românticos fazem-me lembrar aquilo que sinto sobre o “love” (vou usar a terminologia inglesa, porque para muitos “love” é algo bonito e fácil de dizer…”amor” é algo demasiado serio - normalmente exagerado por miúdos de 16 anos - algo que não estamos à vontade de falar e que causa imediato desconforto…).
Digo muitas vezes na brincadeira que sou o ultimo romântico vivo…na brincadeira porque acho que há mais!!
Mas ser romântico não é comprar um ramo de flores, é comprar uma! Ser romântico não é ir jantar fora ao restaurante mais bonito (e caro!) da freguesia, é colocar umas barras energéticas na bolsa dela de manhã porque sabes que ela vai ter fome depois…não é fechar uma ourivesaria só para ela escolher o anel que quer…é recebê-la em casa depois de um dia para esquecer, fazer-lhe umas tostas mistas, massajar-lhe os pés e perguntar como lhe correu o dia enquanto lavas a louça. Não é longas conversas, são longos silêncios…Não é constante alegria, é constante paz…É o derradeiro teste de altruísmo…É pensares nela, depois não em ti, e depois em ti…Não é mudares por ela (não o faças, nunca dá resultado!) é adaptares-te e sentires que não custou nada fazê-lo.

Para mim, ver uma comédia romântica é isto: Não me lembro da vida triste que possa ter (ou da faca afiada estar tão longe do alcance), lembro-me daquilo que sinto falta.
As pessoas dizem sempre que o love não presta por causa disto ou daquilo…Apenas dizem isso porque estão a associar o “que” sentiram à imagem da pessoa com “quem” o sentiram!
Não deixem que aquela pessoa que vos fez tanto mal estrague as memórias daquela outra que vos levantou do chão…nem que seja a mesma pessoa!! Aquilo que sentiram já ninguém vos tira. Nada do que ela possa dizer no fim faz apagar o primeiro beijo, nem aquela discussão final faz esquecer aquele primeiro olhar.
Eu não sinto falta da pessoa…sinto falta de mim naquela altura! Falta de ser burro e imprudente, cego surdo e mudo. Falta de viver 23h30 só por causa daqueles 30 minutos especiais.
Não queria a Anna Scott, a Sara Thomas ou a April…queria sentir o que os desgaçados do Notting Hil, do Serendipity e do Definitely Maybe sentiram...Alguém uma vez disse que o amor não é nada mais que egoismo, e por um lado é verdade!
Podiam com isto pensar que eu não suporto comédias românticas…que só servem para nos lembrar daquilo que não temos, mentira! Adoro comédias românticas porque me lembra o que estou a perder. Aquilo que quero e o que não quero para mim. Ver o que gosto noutra pessoa e o que não suporto.
Porque que é que todos os filmes acabam bem? Já imaginaram a vossa vida a não acabar bem?!
Perguntam vocês: Isso é tudo muito bonito, mas e no dia em que a esperança acaba? No dia em que pensar nessas coisas é fantasiar e não esperançar? Meus amigos, nesse caso a minha sabedoria é finita! Nunca me aconteceu…
Como qualquer outra pessoa tenho os meus altos e baixos…muito baixos, mas depois há sempre alguém que…e pronto! Lá vamos nós outra vez mergulhar de cabeça e aterrar de …apêndices cerebrais duplos e pontiagudos.
Isto tudo para dizer o que? Para vos dizer que vale sempre a pena!!! Como não há um medidor, nunca saberemos se o próximo love não será duplamente melhor que o anterior. Seja o que for que vos desperte: um passeio pela praia…aquele prato favorito…aquela fotografia…aqueles olhos lindos enquanto lhe acaricias o cabelo…aquele filme…seja o que fôr!! Get back on the horse!!! Até porque se ficar para tio…não quero concorrência!!
PS 1 - O Verão está aí! A época de romances duradouros e sérios vêem acompanhados pelo…frio!!! Não tenho nada contra os namorados, mas ando a evitar ir para a marginal ao fim da tarde para não ter que ver os pombinhos de mão dada e abraçados como se não houvesse amanhã…Se durante o vosso passeio ouvirem palavras menos doces e sentirem pedras a passar tão rente à cabeça que vos rompe as ligações atómicas do cabelo…talvez seja melhor correrem e meterem-se no quarto a trocar a vossa paixão…e outros fluídos!! Nós os solteiros não vos queremos nem perto!!! Vocês são aquele tio chato no natal…aquele cão com raiva…aquela espuma no canto da boca quando estamos com muita sede…Para mim estão entre a gosma do caracol e o escaravelho real que enrola trampa pelos desertos do Sahara…mas se eu estiver a namorar…a gente combina aí um café a quatro… :-D

PS 2 - Faço muita referência ao cortar de pulsos…simplesmente porque acho que dentro dos suícidios está nos parâmetros aceitaveis. Não há aquele esticão do enforcamento, aquela aflição do afogar, não se gasta uma carrada de dinheiro em comprimidos, nem provoca aquelas queimaduras que impossibilitam o enterro com caixão aberto (eu vou para o Inferno!!). O “cutting” não provoca muito sofrimento nem barulho, e se o fizermos na banheira nem deixamos muito para limpar…
Remember: Se decidirem pôr termo à vida…façam-no com responsabilidade e civismo…os outros não têm culpa!!!

PS 3 - Se ainda estão à espera que eu esclareça o significado do título…não há…só queria pôr assim algo profundo e cheio de conteúdo…que não dissesse porra nenhuma!!

Saudações comuns mortais!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Indy! Vê como (não) se escreve uma crítica...

Boas comuns mortais!

(Nota: Antes de prosseguir, queria dar um beijão enorme às três queridas - uma delas até foi uma supresa - que me comentaram o post anterior. Consegui assim, manter os três leitores iniciais do blog - visto que o meu cão desistiu definitivamente. Continuem a passar por cá, que eu continuo a postar coisas estúpidas para vocês lerem :D)

Beijão Grande!!!


Neste novo ciclo de posts (a ver vamos se de mais 100 ou de 5…), mostro-vos como (não) fazer uma crítica de um filme.
Como já referi antes, considero a profissão de crítico como “demasiado facil”. Ou seja, um “jornalista da especialidade” consegue acabar com um bom filme ou inflamar um que não vale os tin tins de um grilo! É como ter 10 anos, pegar num calhão e atirar à janela da vizinha (ou até à propria vizinha!) e em vez de ser castigado ou levar três pares de estalos, ver o seu “trabalho” recompensado, remunerado e reconhecido.
Diz-se quase o que se quer sem consequências. E depois fica-se sempre com aquela impressão que eles vêm filmes num Universo alternativo a este, em que estes são ridiculamente superiores aos terráqueos. Películas quase sempre japonesas, alemãs ou francesas que só um punhado (quando digo punhado, é de uma mão de um pobre desgraçado que ficou sem 3 dedos por causa de um foguete de carnaval) de pessoas viu. Filmes requintadissimos de um intelecto superior, de um visual único, de um argumento esplandoroso, e com representações (lá está…) de outro mundo…mas que NINGUÉM VIU!!!
E tudo o que seja americano é mau! Se for feito no Reino Unido ainda vá que não vá…mas se for americano tem defeito de certeza absoluta!!
Então, o passatempo desta gente é ver bons filmes, e quando têm de trabalhar (porque têm de escrever sobre filmes que as outras 6 Biliões de pessoas no planeta vêem...) dedicam-se a uma constante e dedicada procura pelos erros da película. Quer seja a banda sonora que não é adequada…ou a visão do realizador não era a ideal…O argumento não era fiel ao livro ou o actor tinha uma falha na barba do lado direito…Tudo serve para ridicularizar ou diminuir um filme!! E todos sabemos quão facil é criar e dificil destruir (é obvio que é ao contrário!).
Quando é que perdemos a perspectiva que o cinema foi criado para divertir?! Que os filmes não são feitos para ganhar prémios?! (e os que são, quem ganha somos nós, porque vemos mais material de qualidade). O cinema não é para ser real! É suposto ter nexo, mas não têm que responder a todas as leis da física ou da bio-quimica quântica da fisiologia anatómica do pardal!! É um filme!!!
Na revista “J” (revista que vem de oferta com o jornal “O Jogo” aos domingos) desta semana, vem a seguinte review sobre o filme “Indiana Jones, e o Reino da Caveira de Cristal”, apreciem:

Este regresso do professor arqueólogo/aventureiro não era dos mais prováveis, sobretudo porque Harrison Ford, o homem que usa o chapéu e o chicote de Indiana Jones, já não é exactamente um trintão ou um quarentão cheio de agilidade. Quer dizer, o homem tem genica e desenvoltura admiráveis para quem, em 2008, chega aos 66 (!) anos, mas essa não é a idade em que se veja alguém lançar-se de uma corda para um jipe em alta velocidade, ou a sovar um militar soviético com ar de bloco de cimento.
É verdade que, no quarto filme da saga Indiana Jones, o realizador Steven Spielbreg compõe umas quantas adaptações à medida de um Indy quase avô, mas fica a sensação de que não são suficientes. Jones regressa numa década de 1950 em que a Guerra Fria faz novos inimigos: os soviéticos. O heroi é saneado da universidade onde lecciona por suspeita de simpatias comunistas e, quando dá por ela, está a ser levado por Mutt Williams (Shia Labeouf) para a selva do Peru em auxílio do amigo Professor Oxley (John Hurt), capturado por agentes de Estaline e que parece ter endoidecido quando se apoderou da caveira do título – que não é de cristal, mas sim de um material muito mais potente e misterioso. Oaxley tentava devolvê-la ao lugar original, o templo de Akator, o que lhe abriria a porta de uma mítica cidade de ouro e de um poder esmagador mas desconhecido. A caveira não tem bem uma forma humana, o que já abre pistas esclarecedoras, e é no atar destas pontas soltas que o filme é mais forte e convincente.
Mas nem tudo funciona tão bem. Há momentos de acção onde a imaginação e os meios fazem delirar, mas também os há em que se estica a corda da credulidade até à fronteira do abusivo. Ver Jones a ser cuspido de uma explosão atómica dentro de um frigorífico aos trambolhões pelo deserto, é divertidamente surreal. Mas encontrá-lo depois a cair por uma sucessão de vertiginosas cataratas e sair sem um beliscão já é uma habilidade a roçar o rídiculo. Além disso, há saltos na narrativa que parecem surgir a martelo, como se alguém tivesse encolhido a fita no dia da antestreia. Esta é a mais oscilante das quatro aventuras de Indiana Jones, apesar de ter um argumento óptimo para quem gosta de cruzar a história, tecnologia, misticismo e formas de existência que não são deste mundo.
Ora comecemos…
“…Harrison Ford, o homem que usa o chapéu e o chicote de Indiana Jones…” – Ora aqui está uma informação para encher a barriga! Ninguém sabia que o Harrison Ford era o Indiana Jones…

É verdade que, no quarto filme da saga Indiana Jones, o realizador Steven Spielbreg compõe umas quantas adaptações à medida de um Indy quase avô, mas fica a sensação de que não são suficientes.” – Não são?! O homem foge a uma bomba atómica, pendura-se no chicote, salta de jipes e cataratas…faz mais do que em qualquer outro filme da saga! O que é que não é suficiente?

Jones regressa numa década de 1950 em que a Guerra Fria faz novos inimigos: os soviéticos.” Ora, para quem não sabe, a Guerra Fria é a tensão entre Americanos e Soviéticos entre 1940 e 1990. Logo a “Guerra Fria” não faz novos inimigos…porque até então, NÃO HAVIA GUERRA FRIA!!!
…apoderou da caveira do título – que não é de cristal, mas sim de um material muito mais potente e misterioso.” Ora cá está o primeiro spoiler, não é grande e é quase a meio do texto, mas não é o único…E não é de cristal?! Então é de quê? “Material mais potente e misterioso”…qual é o nome…pah, não me ocorre agora… porra….tava aqui mesmo na ponta da lingua....mesmo no céu da boca.....rais parta.....aaaah!! CRISTAL!!!

Oaxley tentava devolvê-la ao lugar original, o templo de Akator, o que lhe abriria a porta de uma mítica cidade de ouro e de um poder esmagador mas desconhecido.” – Ora contem comigo… 1-“Oaxley tentava devolvê-la ao lugar original”. 2- “Ao templo de Akator”. 3- “o que lhe abriria a porta de uma mítica cidade de ouro”. 4- “de um poder esmagador mas desconhecido”…a única coisa que desconheço é o que passou pela cabeça de quem escreveu isto em colocar 4 spoilers numa frase!!!! Sendo que a mítica cidade de ouro só se descobre a meio do filme, e a última “pista” só é revelada mesmo no fim!!

A caveira não tem bem uma forma humana, o que já abre pistas esclarecedoras…” – Ora cá está mais um. A caveira não tem bem uma forma humana!!! (ou tem, ou não tem! A não ser que seja a caveira de um Homo – metade homem, metade cromo!!) Mas para quê que se gastou tantos milhões a fazer um filme?! Se com cinco “pistas esclarecedoras” se consegue contar uma história? Ora vejamos:

“Indy é expulso da universidade, vai para o Perú onde encontra uma caveira alien de cristal, e tem de devolvê-la à cidade de ouro de Akator, onde vai descobrir (além de riqueza) um poder esmagador!”

Pronto! Tanto milhão…para quê?! É facil Steven…eu digo-te as coisas, tu não te fias!!!

Ver Jones a ser cuspido de uma explosão atómica dentro de um frigorífico aos trambolhões pelo deserto, é divertidamente surreal. Mas encontrá-lo depois a cair por uma sucessão de vertiginosas cataratas e sair sem um beliscão já é uma habilidade a roçar o rídiculo.” – Portanto, temos a história de um gajo de 66 anos que anda a fugir de um exército de soviéticos, de armadilhas milenares e a decifrar enigmas inter-estelares, com um chicote, um chavalo e um velho…e ele sobreviver a cataratas é que é rídiculo!! Tudo o resto é senso comum obviamente, vemos isso no nosso dia-a-dia, mas sobreviver a cataratas não me lixem!!! Isso não é possível!!! É coisa de “cinema”.
Mais, o (mesmo) gajo sobreviver a uma bomba nuclear dentro de um frigorífico é engraçado e até aceitável…mas cair de cataratas não!!! É “abusivo”!!

Além disso, há saltos na narrativa que parecem surgir a martelo, como se alguém tivesse encolhido a fita no dia da antestreia.” – Aqui é que o texto se torna misterioso…Que saltos na narrativa é que ele se refere?! É que eu vi o filme e não senti nenhum salto…Se calhar foi quando o crítico foi até ao Universo paralelo dele, e perdeu uns 10 minutitos de filme…as tantas foi isso!!!

Esta é a mais oscilante das quatro aventuras de Indiana Jones, apesar de ter um argumento óptimo para quem gosta de cruzar a história, tecnologia, misticismo e formas de existência que não são deste mundo.” – Quando se começa a ler o texto uma pessoa fica com esperanças: ”o filme oscila bastante…passa-se nos EUA, depois no Perú, tem muito movimento…é bom!”, mas depois: “apesar de ter um argumento…”, afinal não! Não era um elogio, porque eles vieram depois do “apesar”. Então o “oscilante” tem uma cotação negativa…qual é?! Não sei…É mais um mistério (do texto, porque do filme ele revelou-os todos!) que fica no ar.
É óbvio que exagerei no que escrevi. E criei problemas onde eles até podem não ter existido…mas a verdade é que eu o fiz em casa…e não fui remunerado por ele…nem foi lido por (possivelmente) milhares de pessoas…É a diferença…
Agora digam-me, quantas pessoas deixaram de ver um bom filme por causa de esta crítica?!

Saudações comuns mortais!!!