Olá comuns mortais!Aqui está mais uma música estupida! Não me venham com fitas, isto não é poesia, isto são coisas à sorte que lhe vieram à cabeça durante uma pedrada que ele apanhou com azevinho…
Ficam aqui as linhas mais “geniais” da letra…Reparem que eu posso tirar linhas, troca-las de sítio que vocês nem percebem…são frases postas ao calhas!!!
PS – Nota-se que a rapariguinha que canta o refrão tem de comer sopa…coitada, mal se ouve o que a cachopa diz…
Momento - Pedro Abrunhosa
“Uma mão que doeu
Um dia devagar (se eu fumasse o que tu fumas também passava devagar…)
…
Uma toalha no chão
Um caminho cansado (Como é que um caminho se cansa?!)
…
Uma sombra sozinha
…
Um desvio na rua
…
Um cinzeiro apagado (?!)
Um Hotel numa esquina
…
Um café a fechar
…
Uma praça aberta (alguma vez viram uma praça fechada?!)
Uma rua perdida
…
Uma curva fechada (se não fosse fechada era uma recta!)
…
Um suspiro escondido
Numa pele de mulher. (Que raio é que isto quer dizer?! Alguém que me explique por favor?!?!)
…
Um semaforo aberto (Ok, esta nem vou comentar sequer…)
Saudações comuns mortais!


