This is me with another nervous breakdown My pressure dropped, this body went with it Memory fails, I'm feeling claustrophobic I scream my silent pain in this big plain There's no one here Tell me who is there now Who is there with you?
I'm taking no calls unless it's her voice I'm seeing no one unless it's her I open the mailbox every hour Maybe I'll hit the postman I want to hear some love words But not it that dyslexic voice No I won't tear apart for you But I was given no choice
I guess I was trying to keep me alive But once I was dead there was nothing to do beside Picking me up and lying me down Waiting for some angel To wake me and say to me "Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."
Kiss me, is this a dream? Should I believe it? Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.
Am I too good for you, am I just paranoid? Should I clinical ou should I speak louder? Maybe I should close my eyes for years And wait for the strongest feeling Out of all of the feelings to raise…from…you.
Many years ago I had this dream abouth this girl that came flying through my window and whispered in my ear: “You’re my voice...”
Am I real? Are you real? Is this real? What's real? Am I real? Are you real? Is this real? Tell me, what's real?
Como prometido aqui está a critica. Já vi o filme “The Number 23” e gostei muito. Jim Carrey está muito bem, abandona temporariamente a sua faceta mais louca e desvairada para personificar um homem com problemas mentais…mais sérios. Num ambiente quase sempre atordoado, por vezes temos a impressão de estarmos a ver um pesadelo de alguém (e na verdade até estamos…) em vez de um filme. Mas a história está muito bem construida e saímos do filme satisfeitos e pensativos. Quanto à numerologia do 23…isso é outra conversa. Na minha opinião, teorias aparte, passando o verdade ou mentira à frente…acho um tema muito interessante. Vistos os factos, o número está um pouco além da coincidência e faz pensar um bocadinho realmente…mas só isso! Não se deve aprofundar a coisa, tentar arranjar-lhe um significado mais profundo do que realmente existe…mas não tem método (ora se divide, ora se multiplica, ora se soma e se inverte…). Um bom filme que recomendo, não só pelo 23, mas por ver uma história com um final surpreendente e um Jim Carrey a provar constantemente que sabe fazer algo mais (a personagem de detective melancólico está genial na minha opinião…).
Quis ver até que ponto ia isto do 23…mal comecei a procurar arrependi-me logo…ainda dizem que eu é que tenho demasiado tempo livre… Ficam aqui algumas das referências do filme e não só: -O ser humano tem 46 cromossomas, 23 da mãe, 23 do pai. -Os Maias previram que o mundo acabaria no dia 20 de Dezembro (20+12=23) de 2012 (20+12=23) -2 a dividir por 3 dá 0,666…o número da Besta. -O sangue demora 23 segundos a dar a volta ao corpo. -A Terra tem uma inclinação de 23,5 graus.
Outras referências: -“The Number 23” é o 23º trabalho do realizador Joel Schumacher no cinema. -A produtora que Jim Carrey fundou chama-se “JC23” -No filme Matrix, Neo tem de escolher 23 individuos para “recomeçar” a humanidade, 16 fêmeas e 7 machos. -O ciclo mentrual da mulher, assim como o da lua, tem 28 dias (23+2+3) -O tempo médio de vida de uma pessoa é de 63 anos, o que dá quase 23.000 dias. -69 (23x3) além da posição sexual é o símbolo de Caranguejo, e o meridiano de Caranguejo situa-se nos 23,5 graus. -Em média a 23ª onda que dá a costa é do dobro do tamanho das restantes -O número do isótopo de Uranio usado nas bombas é U235 -O número de atomos numa mole é 6.21x10²³. -A primeira aterragem na Lua foi no “Mar da Tranquilidade”, situado a 23,63 graus Este. A segunda foi no “Oceano de Pedra”, a 23,42 graus Oeste. As primeiras missões Apollo a aterrarem na Lua foram a 11 e 12 (11+12=23). -A estação espacial russa MIR, sofreu um fogo no compartimento MIR-EO23 a 23 de Fevereiro, que queimou 23 tanques de oxigénio…no 23º dia da tripulação na estação. -A famosa base secreta (famosa base secreta…coisa mais parva…) dos Estados Unidos tem o nome de AREA 51 (23+23+2+3) -No livro das Revelações, os números mais referidos são o 4, 7 e o 12 (4+7+12=23) -Os famosos Templários do Codigo DaVinci tiveram 23 Mestres. -A banda U2 (o “U” é a 21 letra do abecedário…somando o dois…) -O atentado na torres gémeas foi a 9 de Setembro de 2001 (9+11+2+0+0+1=23) -Num acidente aéreo, o TWA Filght 800, morreram 230 pessoas. Os residuos da explosão, e o mais provavel local da explosão, foram encontrados entre o assento 23J e 23K. -A bomba de Hiroshima explodiu no dia 8 de Junho de 1945 (8+6+4+5)
Até em “Lost” se encontram referências: -O voo que dá origem ao desatre tem o nome de “Voo 815” (8+15=23) -O quarto de hotel de Hurley em Sydney é o 23 -A porta de embarque do avião em Sydney é 23 -O número do assento de Jack é o 23 -Rose e Bernard estão logo ao lado na fila 23 -A recompensa pela captura de Kate é de 23.000 dolares -Walt acordou o pai na manhã do voo ás 5.23 da manhã -Na primeira escotilha da ilha, entre os números, está o 23.
Para finalizar deixo-vos com a minha frase favorita do filme: “A única pergunta filosófica que importa é: Porque não cometer suícidio?”
Saudações (um bocado para o mórbidas) mortais!
PS-Já que andamos numa de “aniversários”…chegamos (que este blog é tanto meu como vosso…refiro-me claro, e só, ao meu cão…) ao comentário número 50! Obrigado pelo vosso tempo, continuem a comentar que aqui o Je gosta muito (um beijão grande para as duas meninas que mais contribuiram :-D)
I don't know what I've done Or if I like what I've begun But something told me to run And honey you know me it's all or none
There were sounds in my head Little voices whispering That I should go and this should end Oh and I found myself listening
'Cos I dont know who I am, who I am without you All I know is that I should And I don't know if I could stand another hand upon you All I know is that I should 'Cos she will love you more than I could She who dares to stand where I stood
See I thought love was black and white That it was wrong or it was right But you ain't leaving without a fight And I think I am just as torn inside
'Cos I dont know who I am, who I am without you All I know is that I should And I don't know if I could stand another hand upon you All I know is that I should 'Cos she will love you more than I could She who dares to stand where I stood
And I won't be far from where you are if ever you should call You meant more to me than anyone I ever loved at all But you taught me how to trust myself and so I say to you This is what I have to do
Para começar esta secção (já vão em 7...parece uma feira isto!) de videos, não poderia haver melhor do que isto... Trago-vos um video do terceiro episódio da quarta série de Boston Legal (uma série que vos falarei mais adiante...). Em foco, Alan Shore, vencedor do Emmy para melhor actor de drama deste ano... São 5 minutos do melhor que pode haver em representação...cinco minutos non-stop!
Para vos pôr ao corrente: Alan Shore defende uma menina de 15 anos, seropositiva, que acusa a escola de a ter ensinado a abstinência em vez do uso do preservativo, que a teria protegido do contágio... Não tem legendas, espero que o vosso inglês esteja afinadito! Mais uma vez...percam 5 minutos e vejam..é genial! (Podem ver o filme todo, mas a parte dele começa ao minuto 1.20...ou 5.25)
PS- Este é o post número 50 que faço aqui no blog...agradeço ás minhas fãs (porque pelos vistos nenhum gajo lê o blog!), que mais....5 posts se sigam, a correr bem! Porque com a preguiça que eu ando, não sei não...Agradeço os vossos comments (refiro-me apenas às duas que o fazem...e ao meu cão claro!), continuem a passar por cá...
Beijinhos grandes! (mandava abraços, mas mais uma vez...nenhum gajo lê isto!)
A próxima série de que vos vou falar dispensa apresentações…mas tenho de o fazer porque senão não sei o que dizer, por isso…Dizer que House é a personagem mais complexa que já vi é dizer pouco… Comecemos pelo início. Hugh Laurie é um senhor de 48 anos, nascido em Oxford na Inglaterra, filho de pai doutor (olha a coincidência) e vencedor do ouro olimpico em remo. Estudou arqueologia e antropologia em Cambridge e chegou a fazer parte da equipa de remo, seguindo os passos do pai. Mas uma mononucleose infecciosa (?!) obrigou-o a desistir. Tudo isto o levou à representação, nascendo um grande comediante… Nos anos 80 começou a fazer Blackadder com Rowan Atkinson (Mr.Bean). Uma série fantastica de humor sobre um anti-heroi e as suas aventuras em diferentes épocas da história. Numa das séries Hugh Laurie interpreta o Principe de Gales, uma personagem estupida todos os dias, e a dobrar aos fins-de-semana e feriados… Mais tarde entrou em “Sensibilidade e Bom Senso” com Kate Winslet e Hugh Grant nomeado para 7 óscares. Interpretou um dos raptores de cães em 101 Dálmatas e entrou nos três filmes de Stuart Little. Mas Hugh não se fica pela representação, em 1996 editou o seu primeiro romance “The Gun Seller” que foi um best-seller. Está a tratar da adaptação ao cinema e a trabalhar no segundo livro, “The Paper Soldier”. Além disso é pianista e compositor e tem uma banda. Ainda participou num episódio de Friends, mas em 2004 a sua vida iria mudar, e já ninguém iria esquecer o seu nome… Enquanto estava a rodar o filme “Flight of the Phoenix” na Namíbia, Hugh fez a sua demo numa casa de banho para o episódio piloto de House, o produtor ficou tão convencido com o seu sotaque americano que não se apercebeu que na verdade ele era britânico…e estava encontrado o actor que daria vida a Gregory House. Um médico brilhante, com a especialidade em Nefrologia (doenças do sistema urinário) e doenças infecciosas, responsável pelo departamento de diagnostico do hospital Princeton-Plainsboro. Que não tem nada de especial a não ser o seu mau-humor, total desrespeito pelos colegas e pacientes, usar uma bengala, sarcasmos de aço, viciado em Vicodin (um forte comprimido para as dores) e com metodos de medicina muito…alternativos. Fora isso…normalíssimo, uma medianiazinha… Todos os epsódios ele e a sua equipa são confrontados com os mais bizarros casos, e têm de recorrer aos mais estranhos metodos (arrombar umas fechaduras já não é estranho…) para desvendar o diagnostico. Entre os casos clinicos ficamos a conhecer a sua dependência, os seus problemas com a ex-mulher, as suas confidências ao seu melhor amigo Wilson, as “brigas” com a sua chefe Cuddy, etc… A acompanha-lo no elenco temos três jovens médicos que ele vai usar, abusar, levar ao limite, e até ultrapassa-lo. Cameron (Jennifer Morrison, não fez nada de especial a não ser um pequeno papel em Mr. Mrs. Smith. E mais recentemente participou nos filmes do videojogo “Command and Conquer: Tiberium Wars”) é o coraçãozinho da equipa, uma santa imunologista que só quer o bem dos pacientes. Da sua história sabe-se que casou com um doente terminal de cancro, que viria a falecer uns meses depois. Tem um pseudo-caso com House na segunda temporada da série, e é das poucas pessoas capaz de “segura-lo” nos momentos mais teimosos. Eric Forman (Omar Epps, entrou em Scream 2, Against the Ropes com Meg Ryan, Dracula 2000, Alfie e participou ainda em 10 episódios de Serviço de Urgência) é um neurologista convicto que por vezes é a maior dor de cabeça de House e noutras, o seu maior aliado. Com um passado ligado a pequenos crimes (que House faz questão de lembrar periodicamente), chega mesmo a chefiar a equipa durante uns episódios. A mim sempre me deu a impressão que dos três é o melhor médico. E o Dr. Robert Chase, um loiro Cardiologista australiano que faz quase tudo o que House manda. É aquele que menos o questiona, mas ao mesmo tempo é aquele que menos merece o seu respeito. Além da sua equipa temos ainda Wilson (Robert Sean Leonard, originalmente foi fazer o casting para o papel de House), o especialista em Oncologia (tumores malignos), responsável por manter House minimamente racional. Pode-se dizer que é o único que House realmente ouve, funcionando muitas vezes como voz da consciência. Os melhores momentos de humor são protagonizados por ambos (num dos episódios recentes, Wilson “rapta” a guitarra de House e vai-lhe mandando fotos e bilhetes a ameaçar a “vida” da pobre coitada…genial!). Se Wilson é responsável pela “trela” moral de House, Cuddy (Lisa Edelstein) controla a parte legal dos seus procedimentos. Amigos de longa data, Cuddy é responsável pela vinda de House para o hospital, e apesar dos limites que lhe impõe, sabe que os seus metodos resultam e por vezes fecha os olhos à logistica pelo bem dos pacientes. É bem evidente a quimica entre ambos, mas ela vai-lhe dando uns cortes… Com muitos convidados especiais (Chi Mcbride no papel de um bilionário que tenta controlar o hospital e despedir House durante a primeira temporada. Sela Ward dá “vida” à ex de House durante as duas primeiras temporadas. E ainda David Morse, no papel de um policia que moi a cabeça a House na terceira parte da série), podemos contar com interpretações geniais, quer de comédia quer drama. Sem nunca esquecer os actores menos conhecidos que têm desempenhos brilhantes como pacientes… No final da terceira temporada assistimos ao despedimento dos três membros da equipa de House e a promessa de um novo começo, mas não é bem isso que acontece. Sem querer desvendar muito, House vê-se não com 3 assistentes, mas sim com 40…e os antigos três colaboradores não desaparecem por completo. Quanto a House, está cada vez pior… Hugh Laurie conseguiu com a sua fantastica (e galardoada) interpretação, fazer-nos gostar de uma personagem longe de ser perfeita. Ao contrário das tradicionais e boazinhas personagens que vemos noutras séries, House é um homem que apesar do seu centro de bondade, tem muitos defeitos, mas não é por isso que gostamos menos dele, pelo contrário. Como aspecto negativo só vejo o facto de todos os episódios serem muito parecidos. O início é a pessoa a ficar doente, depois mostra House a expor os dados do paciente, a coisa alonga-se e ele no fim tem um flash e resolve o problema…e a coisa não varia muito! Não sei se por falta de coragem em apostar em algo um pouco diferente, mas a verdade é que são os episódios mais “originais” que ficam na memória e considerados favoritos pelos fãs (recordo o episódio em que House dá uma aula e expões três casos, o episódio em que ele está preso no aeroporto e noutro em que resolve um caso em pleno voo…). Há rumores que esta será a ultima temporada da série. Por mim nem quero pensar nisso…Não pode ser! House tem de dar todas as terças-feiras durante os próximos 30 anos, não pode acabar. Já não me imagino sem o seu sarcasmo e “crueldade”, o humor de Wilson e as discussões com Cuddy. Esperemos que seja um simples rumor…Normalmente digo “se não viram esta série…vejam e tal…”, mas não acredito que haja alguém que ainda não viu sequer um episódio. E ainda não encontrei ninguem que não gostasse…. Para finalizar, deixo-vos com um filme de Hugh Laurie aquando da sua ida ao "Inside Actor's Studio", com uma musica da sua autoria, intitulada "Mystery"...genial! Já agora vejam os outros que aparecem no final...entre eles o tal casting dele para House!
Aqui está mais uma música estupida! Não me venham com fitas, isto não é poesia, isto são coisas à sorte que lhe vieram à cabeça durante uma pedrada que ele apanhou com azevinho… Ficam aqui as linhas mais “geniais” da letra…Reparem que eu posso tirar linhas, troca-las de sítio que vocês nem percebem…são frases postas ao calhas!!! PS – Nota-se que a rapariguinha que canta o refrão tem de comer sopa…coitada, mal se ouve o que a cachopa diz…
Momento - Pedro Abrunhosa
“Uma mão que doeu Um dia devagar (se eu fumasse o que tu fumas também passava devagar…) … Uma toalha no chão Um caminho cansado (Como é que um caminho se cansa?!) … Uma sombra sozinha … Um desvio na rua … Um cinzeiro apagado (?!) Um Hotel numa esquina … Um café a fechar … Uma praça aberta (alguma vez viram uma praça fechada?!) Uma rua perdida … Uma curva fechada (se não fosse fechada era uma recta!) … Um suspiro escondido Numa pele de mulher. (Que raio é que isto quer dizer?! Alguém que me explique por favor?!?!) … Um semaforo aberto (Ok, esta nem vou comentar sequer…)
Everything’s so blurry And everyone’s so fake And everybody’s empty And everything is so messed up Pre-occupied without you I cannot live at all My whole world surrounds you I stumble then I crawl
You could be my someone You could be my scene You know that Ill protect you From all of the obscene I wonder what your doing Imagine where you are Theres oceans in between us But that’s not very far
Can you take it all away Can you take it all away When ya shoved it in my face This pain you gave to me Can you take it all away Can you take it all away When ya shoved it my face
Everyone is changing Theres no one left that’s real To make up your own ending And let me know just how you feel Cause I am lost without you I cannot live at all My whole world surrounds you I stumble then I crawl
You could be my someone You could be my scene You know that I will save you From all of the unclean I wonder what you’re doing I wonder where you are Theres oceans in between us But that’s not very far
Nobody told me what you thought Nobody told me what to say Everyone showed you where to turn Told you where to runaway Nobody told you where to hide Nobody told you what to say Everyone showed you where to turn Showed you where to runaway
This pain you gave to me
You take it all You take it all away... This pain you gave to me You take it all away This pain you gave to me Take it all away This pain you gave to me
Arma Mortifera, Maverick, Braveheart, Teoria da Conspiração, O Patriota, Fomos Soldados, Sinais, Paixão de Cristo e Apocalypto.
Olá comuns mortais!
O senhor que se segue (senhor mesmo…) é uma da maiores estrelas de Hollywood actualmente e de sempre. Nascido à 51 anos nos EUA, Mel mudou-se aos 12 anos para a Australia com os seus pais e 6 irmãos (actualmente Mel tem também sete filhos e no filme “O Patriota” representa um homem com sete filhos também…). Começou a sua educação de actor na faculdade e começou a ganhar papéis em filmes devido à sua boa aparência. Mas foi com Mad Max, em 1979, que foi catapultado para o sucesso. Representando um policia num mundo futurista, que depois de um gangue matar a sua familia e melhor amigo decide vingar-se (que original!). Ainda interpretou mais dois Mad Max, mas foi com Arma Mortifera que solidificou a sua presença no grande ecrã, interpretando (com Danny Glover) uma comédia de acção de dois polícias unidos por uma forte amizade…Resultou tão bem que teve direito a mais 3 sequelas (7 filmes com apenas 2 personagens…). Já nos 90’s deu vida a um cowboy com tanto jeito para a burla como para o jogo, Maverick é um filme engraçado que conta ainda com Jodie Foster num papel bem mais leve do que aqueles que estamos habituado a vê-la! Em 1995, Mel Gibson conseguiu fazer o que mais nenhum actor conseguiu até hoje. Interpretar, produzir e realizar um filme e vencer um Globo de Ouro (melhor realização) e dois óscares da academia (melhor filme e melhor realização) com ele. Braveheart é um marco na história do cinema, um dos melhores filmes de sempre e sem dúvida um dos meus favoritos! Baseado na história real de William Wallace, um escocês que lidera uma nação contra o tirano rei inglês, conquistando por fim a liberdade…sinteticamente é isto. Mas desde as interpretações, às cenas de guerra, os momentos mais sentimentais, à banda sonora (ouçam a faixa “A Gift of a Thistle”…a melodia mais bonita que já ouvi!), Braveheart é um épico de 3 horas que não deixa ninguém indiferente…Além de dinheiro, Mel Gibson ganhou o respeito de toda a gente. Depois de emprestar a voz no filme “Pocahontas”, Mel conta-nos a história de um homem convencido que tudo que é relatado nos jornais é um encobrimento ao que realmente se passa no mundo, e só consegue encontrar paz nos braços de uma mulher (Julia Roberts, que também está muito bem). Uma excelente, e por vezes emotiva, interpretação em “Teoria da Conspiração”. Para quem gosta de filmes com revolveres, homens duros, mafia, curativos feitos à pressa e sovas constantes que o actor leva desde o início do filme e que nunca chegam a sarar…Payback é para vocês! Apesar do que possa parecer, tem um argumento muito bom, sempre com a pitada de comédia de Mel. Mas tava na altura de fazer mais um épico. Benjamin Martin, um ex-militar pacato que vive da terra vê o seu filho ser assassinado por oficiais ingleses durante a guerra de independência dos EUA. Começando por uma pequena milicia, rapidamente correm boatos da sua eficacia em combate e torna-se um elemento chave na guerra! Um filme fantastico com mais uma interpretação daquelas…Heath Ledger (Brokeback Mountain) também participa no filme. Mel Gibson é sem dúvida o homem que queremos ter ao nosso lado numa batalha. Depois de um escocês rebelde da idade média, e de um americano do século XVII, Mel Gibson experimentou a guerrilha urbana em “We were soldiers”.
Durante a guerra do Vietname um capitão e os seus soldados vêem-se cercados e só um grande líder consegue fazê-los sair de lá com vida. Depois do Resgate do Soldado Ryan, este é para mim o melhor filme de guerra. Havia um género que ainda não tinha sido experimentado, o terror. Mas em vez de fazer uma carnificina desenfreada e estupida que Hollywood nos habituou…surge um filme com ritmo, calmo…Tão calmo que torna a coisa muito mais assustadora! E ainda consegue ter episódios de comédia deliciosos (os chapéus de folha de aluminio…) Sinais é a história de uma invasão extra-terrestre, que apesar de global, é centrada numa casa no centro dos Estados Unidos…e mais não é preciso! Com cenas de saltar da cadeira (a perna no meio do campo de trigo, o alien no filme caseiro brasileiro e a mão debaixo da porta na cave…) é o único filme do estilo que gosto, e recomendo…Mas em 2004 a coisa começou a descarrilar. Paixão de Cristo pôs todo o mundo num alvoroço... Ninguém ficou indiferente, e foi a prova provada de o quanto a estupidez humana não tem limites (já dizia Einstein: Só há duas coisas eternas, o Universo e a estupidez humana… e não tenho tanta certeza quanto ao Universo…), e depois admiram-se que eu seja contra as religiões… Vê-se filmes terroristas do médio-oriente e o realizador não é acusado de ser preconceituoso. Terroristas alemães e russos invadem os filmes da acção à mais de 30 anos e não se ouve ninguém a queixar-se. Faz-se um filme sobre a morte de Jesus Cristo pelos Judeus….ANTI-SEMITA!!! É um fime! É uma opinião! Mas só porque mexe com a nossa sagrada religião…ta tudo lixado…enfim! Com uma brutalidade por vezes levada ao limite (e além!), Mel Gibson retrata a sua visão dos ultimos momentos da vida de Cristo (quem viu o filme no cinema sabe que toda a gente estava lavada em lágrimas, e houve mesmo quem não aguentasse). Completamente falado em aramaico (pormenor que achei delicioso), o filme mostra-nos, mais do que tudo o resto, que não somos capazes de ver a religião de uma maneira imparcial, sem nos sentirmos ofendidos por um FILME!! Uma enorme interpretação de James Caviezel (Conde de Montecristo, Barreira Invisivel e Deja Vu) que vai ficar pa sempre marcado pela personagem. O ridiculo é tao grande que houve quem conseguisse ver motivos religiosos no seu próximo filme. Apocalypto é a odisseia de um homem que foge a um sacrificio humano e tenta salvar-se a si e à sua familia. À imagem da Paixão, este é também um filme com o seu grau de brutalidade, que nem toda a gente gosta. Com um elenco absolutamente desconhecido e mais uma vez num idioma antigo, Mel arriscou mais uma vez e foi bem sucedido. Mas o público, viciado em filmes de gente bonita e estilosa, não está preparado para uma visão crua de uma história…talvez mais tarde lhe dêem o mérito que não recebeu agora… Quer a Paixão de Cristo, quer Apocalypto, foram completas apostas pessoais de Mel Gibson. Foi responsável pela realização, produção e argumento (participa ainda na Paixão de uma maneira indirecta…a mão que prega Jesus Cristo à cruz é a dele…) Seguiram-se episódios de alcoolismos, acusações de anti-semitismo, homofobia e até anglofobia (contra os ingleses). Mel Gibson já foi acusado de tudo e mais alguma coisa. Mas pessoalmente, prefiro salientar tudo o que ele já fez, e que as pessoas com memória muito curta fazem questão de esquecer. Mel Gibson é uma enorme estrela de cinema à mais de 30 anos, com interpretações inesqueciveis e ainda demonstrando grande qualidade na realização (tem apenas 4 filmes realizados), e é assim que o quero lembrar. Episódios recentes não apagam o que ele já conseguiu e ainda vai conseguir (tem dois filmes previstos para 2008, ambas interpretações). Talvez o melhor seja passar despercebido nos próximos tempos para que os ânimos dos padres pedófilos, das freiras de cruzes de ouros e Papas de sapatos “Prada” acalme…
Em segundo lugar na tabela das minhas favoritas encontra-se a série mais “poderosa” de sempre. Apanhando toda a gente de surpresa com a sua rápida conquista de popularidade, Heroes não nos leva a um mundo futurista, para um mundo de experiências radioactivas, mordidelas de aranhas mutantes, radiações ou invasões alienigenas, mas sim, a um mundo “real”. Um mundo de pessoas normais, que descobrem ter poderes extraordinarios, e como elas lidam com essas novas e radicais mudanças. Nem toda a gente vê com bons olhos o facto de se tornar especial de um dia para o outro, nem todos querem salvar o mundo ou vestir um fato de collants…querem passar despercebidos ou encontrar alguém com as mesmas habilidades para que possam entender o que se passa… Com um grupo de actores gigantesco (na primeira série existem 12 (!) histórias principais), a série conta-nos uma história complexa (tem muito material, mas nunca se torna confuso) num mundo à beira da mudança, com individuos a manifestarem diferenças genéticas (a série encara isso como algo natural, aconteceu varias vezes ao longo da história da Terra, porque não agora?), e com uma frase conseguirem agarrar as pessoas à historia: “Save the cheerleader, save the world!”. Desde o japonês apaixonado por banda desenhada (a principal fonte de humor da série), a uma cheerleader absolutamente normal, não fosse o facto de conseguir sarar instantaneamente a qualquer coisa que lhe aconteça, um homem voador, um homem que desenha o futuro, um policia que lê mentes, uma mulher com dupla personalidade, um professor com um sangue muito particular, até um homem que consegue absorver todos esses poderes como uma esponja. Estas pessoas não aprendem de um dia para o outro a controlar os seus poderes, eles têm impacto não só nelas como nos que os rodeiam. Há quem os queira apanhar, ou destruir, ha quem os queira ajudar…e depois os destruir… Com uma intensidade que rivaliza com Prison Break, consegue prender-nos de semana a semana. E a potencialidade desta série é incrivel, tem muito para explorar e os produtores estão a fazê-lo muito bem…poderia perder-se em efeitos especiais, em lutas desmedidas entre mutantes, com raios e lasers…mas os efeitos estão em segundo plano, fazendo-nos “suplicar” para que o próximo aconteça depressa. O importante é contar a história das personagens, tudo o resto é secundário… Com apenas 3 episódios da segunda temporada (como disse, grande popularidade em pouco tempo. Normalmente as séries demoram mais a conquistar o publico, esta conseguiu-o com apenas uma série), a história não abranda, nem cai no ridiculo de super-complicar, mantém um fio lógico, sempre imprevisivel (não há personagens intocáveis, se tiver de morrer…morre!). Já lá vai o tempo em que podíamos perder um episódio sem que com isso perdessemos o fio à meada (alguém sabe diferenciar um episódio do CSI da primeira temporada com um da sétima?!). Agora é preciso ser-se “fiel” á série, porque se falharem um capítulo ficam com a sensação de que passou 2 meses desde que viram o último. Conclusão: Mais uma série imperdível. Se são daqueles que não ligam nada a estas coisas de ficção científica, sem pés nem cabeça, completamente irreais…dêem uma oportunidade a Heroes para vos “agarrarem” e nunca mais largar…Está planeado para meados de Abril/Maio um spin-off (série criada apartir de outra), com o nome Heroes: Origins. Seis episódios que serão transmitidos durante o habitual intervalo de gravações que acontece nessa altura. Em cada episódio será apresentado um novo personagem e vai ser aprofundada a história das já existentes. No final o publico votará na sua nova personagem preferida para integrar a série original... A realização ficará ao cargo de realizadores convidados. Uma maneira de trazer uma visão "fresca" e diferente à série (É certo que o primeiro episódio será realizado por Kevin Smith). Uma manobra adaptada da banda desenhada, ainda assim original! Impedindo que os fãs se afastem da série durante esse mês de "abstinência". É esperar para ver...
Se alguém te diz que és bonita não é porque o diz a todas, não o sente, ou só te quer saltar para cima...Malditos aqueles que tornaram o elogio banal...
Ace Ventura, A Mascara, Dumb and Dumber, Cable Guy, Liar Liar, The Truman Sow, Me myself and Irene, Bruce Almighty, Eternal Sunshine of the Spotless Mind, Number 23
Olá comuns mortais!
A minha maior fã (não confundir com a minha editora...essa não aprecia a verdadeira arte que eu faço, um verdadeiro serviço publico à humanidade, sempre que eu faço um post o mundo fica mais rico...e como tal não está sujeito a criticas como “á” e “à” e “ha”...são apenas detalhes na maravilhosa criação que é a minha escrita (ainda bem que ela corrige senão este gajo transformava o blog num caos)...era o que mais faltava...corrigir-me...A MIM!), essa sim, uma verdadeira admiradora do meu trabalho, alertou-me para o facto de ainda não ter feito uma peça sobre o maior actor cómico de todos os tempos...inadmissivel da minha parte, mas a tempo de ser corrigido...por isso, mais uma vez agradeço à minha fã. V, esta é para ti… (que às vezes não merece, mas às vezes merece bem mais...)
James Eugene Carrey nasceu a 17 de Janeiro de 1962 (porque é assim que se começa uma biografia…), em Toronto, Canadá. Com uma infância dificil e pobre, deixou a escola aos 16 anos, apesar das suas boa notas, para trabalhar e ajudar os pais. Desde muito cedo começou a mostrar jeito pa coisa e começou a dar nas vistas num programa desconhecido para nós, Living Color, uma especie de Saturday Night Live. Mas foi com o filme Ace Ventura que as coisas mudaram. O filme estreou em 1994 e Jim foi “cilindrado” pelos criticos que o nomearam como pior nova estrela de cinema. Mas foi grande êxito de bilheteira e lançou Jim Carrey na sua carreira cinematografica. Em Ace Ventura, interpreta um detective privado completamente atrofiado da cabeça (embora plenamente consciente dessa loucura) que se dedica aos animais. Um papel genial (para quem acha piada…), com detalhes deliciosos (a cena de ele desvendar o crime com a janela é genial…), sem medo de parecer ridiculo (afinal é para isso que serve o cinema, para sermos o que não podemos ser na vida real). Consolidou o seu estatuto de nova grande estrela comica com mais dois filmes de sucesso nesse ano. Dumb and Dumber, onde interpreta (juntamente com Jeff Daniels) um deficiente mental (que não tem outra definição), que atravessa o país para reencontrar a sua amada, e quando se torna milionário a coisa só piora (de salientar a cena na casa de banho e da bola de neve…) e a Máscara, um zé ninguém que encontra uma mascara que o torna no Deus da palhaçada…(este foi o primeiro filme de Cameron Diaz). No ano seguinte Jim Carrey empresta a sua loucura ao personagem Riddler em Batman Forever (trabalhando ao lado de Val Kilmer, Tommy Lee Jones e Nicole Kidman) e fez a sequela de Ace Ventura (o primeiro num ambiente americano, este passando-se na selva). Não me lembro de mais nenhum filme em que a sequela tenha sido tão boa como o original, mais uma vez, os pormenores são deliciosos. Em Cable Guy, Jim interpreta um operador da “Tvcabo” obcecado por um cliente, e determinado a tornar-se seu amigo. Realizado por Ben Stiller, Cable Guy proporcionou a Jim o que mais nenhum actor tinha conseguido até entao, receber 20 milhões de dolares de cachet. Seguiram-se Liar Liar (um advogado que, devido a um desejo do filho, não consegue mentir, o que convenhamos, para um advogado é complicado…) e The Truman Show (onde desempenha um homem que se apercebe que toda a sua vida é um programa de televisão, tudo roda à sua volta e o que vão fazer o possível e o impossível para que ele não possa escapar da sua “cela”). Em Me, Myself and Irene dá vida a um polícia louco (que supresa!), que tem dupla personalidade. Trabalhou ao lado daquela que viria a ser sua namorada, Renée Zellweger (não chegou a durar um ano...). Depois de 2000, Jim ainda interpretou Grinch, mas foi com Bruce Almighty que assinalou o seu “regresso”. Bruce Nolan é um jornalista meio fracassado que tem como única coisa boa, a sua mulher, Jennifer Aniston (é um bocado fatela a boca, mas tinha de ser…lol), até ao dia em que Deus (interpretado por Morgan Freeman...já tou a imaginar as freiras e os padres todos a benzerem-se a rezarem 400 pais nossos quando viram um Deus de raça negra…), enfim, mais um enorme sucesso, a arrecadar 242 milhões de dolares nos EUA e 484 milhões no resto do mundo.
No ano seguinte protagonizou um filme que surpreendeu muita gente. Um drama sobre um homem timido e pacato, com uma vida monotona, até ao dia em que conhece Clementine, uma mulher que é seu oposto completo. A relação dura até ao dia em que Joel descobre que a sua amada, através de uma experiencia nova, decide apagá-lo da sua memoria. Joel decide fazer o mesmo para paz de espirito, mas durante o procedimento apercebe-se que viveu memorias fantasticas que nunca devem ser esquecidas, e vai viajar pela sua mente para as conseguir manter. Em Eternal Sunshine of the Spotless Mind, o mesmo actor que nos habituou a punch lines e um ritmo acelerado, respira fundo e mostra-nos uma faceta calma e consciente, viajando entre o passado, presente e futuro, seguindo um trajecto aleatorio, sem nunca nos perder. Um filme genial, que merece todos os elogios, nos faz pensar na nossa propria vida e nos faz aperceber que se o passado foi bom, criou memoria fantasticas, se foi mau, seviu para nos ensinar alguma coisa. Kate Winslet é a sua companheira e foi nomeada para um óscar. O filme venceu o prémio para melhor argumento original. Em 2005 protagonizou, juntamente com Téa Leoni, Fun with Dick and Jane. Um casal habituado aos luxos e que quando vêm a sua vida perfeita fugires-lhe da mão decidem agir…Não conformados a fazer trabalhos “menores”, decidem fazer “justiça” pelas próprias mãos. Uma boa comedia, sem nunca esquecer o toque sério do problema real. Com grande vergonha, não vos posso falar do mais recente filme dele, Number 23. Resumindo, o filme fala-nos de um homem que se apercebe que o livro que está a ler é a historia da sua vida, e que o numero 23 está em todo o lado (2/3=0.666, ou seja o número do diabo. Os Maias acreditavam que o mundo acabaria a 23 de Dezembro de 2012 (20+1+2=23), temos 23 cromossomas de cada pai, o eixo da terra está inclinado a 23,5 graus, a ordem dos templários tinha 23 Grão-Mestres, o sangue demora 23 segundos a circular por todo o corpo, existem 23 letras no alfabeto, o imperador Júlio César foi esfaqueado 23 vezes quando foi assassinado, entre muitas mais…). Quero muito ver este filme, ha quem diga que não presta, outros que é muito bom. Mal veja, dou-vos a minha opinião… Parece-me pouco referir os seus filmes, eles falam por si, mas é como se não fizessem justiça ao trabalho que este Senhor tem feito. 33 filmes depois parece que ainda não é levado a serio, e é classificado como um palhacinho que faz uns filmes engraçados de vez em quando. Na minha opinião, não faz filmes suficentes. É um actor genial, que não tem medo de correr riscos em papéis parvos, se com isso fizer (o que é mais dificil de fazer) rir milhões de pessoas. A comédia nunca foi levada a serio pelos criticos, acham que são aqueles filmes que dão nos intervalos dos que realmente importam (quando foi a ultima vez que viram um actor a ganhar um óscar por uma comédia? Tom Hanks venceu em 1994 com Forrest Gump porque o filme não é bem uma comédia…). Pessoalmente acho-o fantastico e quero ver muitos mais filmes dele, mas nada que eu possa dizer lhe faz justiça também...
Trivia:
- Venceu o globo de ouro de melhor actor drama em Truman Show e foi nomeado mais quatro vezes por a Mascara, Liar Liar, The Grich e Eternal Sunshine of the Sportless Mind
- Casou-se duas vezes. Primeiro com Melissa Womer, de quem tem uma filha, e com a actriz Lauren Holly (entrou em Dumb and Dumber e podemos ve-la actualmente na série NCIS – Investigação Criminal), mas terminou ao fim de 1 ano. Actualmente namora com a actriz Jenny MacCarthy.
- É proprietario de um jacto particular de 25 Milhões de Dolares
- Foi considerado para o papel de Jack Sparrow, em o Pirata das Caraíbas, e de Willy Woncka, em a Fabrica de Chocolate. Ambos protagonizados por Johnny Depp
- Nicole Kiddman considera-o o seu melhor amigo homem. Filmes Rendimento Living Color 25.000 (por cada episodio) Ace Ventura 1 350.000 A Mascara 540.000 Dumb and Dumber 700.000 Batman Forever 5.000.000 Cable Guy 20.000.000 Liar Liar 20.000.000 The Truman Sow 12.000.000 Man on the Moon 20.000.000 Me, myself and Irene 20.000.000 The Grinch 20.000.000 (mais percentagem das receitas) Bruce Almighty 25.000.000
Quando era puto enviei-lhe uma carta para o clube de fãs, ele "respondeu-me" com uma fotografia autografada...(Spank (espancamento) é alusão ao Ace Ventura...)