Arma Mortifera, Maverick, Braveheart, Teoria da Conspiração, O Patriota, Fomos Soldados, Sinais, Paixão de Cristo e Apocalypto.Olá comuns mortais!
O senhor que se segue (senhor mesmo…) é uma da maiores estrelas de Hollywood actualmente e de sempre.
Nascido à 51 anos nos EUA, Mel mudou-se aos 12 anos para a Australia com os seus pais e 6 irmãos (actualmente Mel tem também sete filhos e no filme “O Patriota” representa um homem com sete filhos também…). Começou a sua educação de actor na faculdade e começou a ganhar papéis em filmes devido à sua boa aparência.
Mas foi com Mad Max, em 1979, que foi catapultado para o sucesso. Representando um policia num mundo futurista, que depois de um gangue matar a sua familia e melhor amigo decide vingar-se (que original!).
Ainda interpretou mais dois Mad Max, mas foi com Arma Mortifera que solidificou a sua presença no grande ecrã, interpretando (com Danny Glover) uma comédia de acção de dois polícias unidos por uma forte amizade…Resultou tão bem que teve direito a mais 3 sequelas (7 filmes com apenas 2 personagens…).
Já nos 90’s deu vida a um cowboy com tanto jeito para a burla como para o jogo, Maverick é um filme engraçado que conta ainda com Jodie Foster num papel bem mais leve do que aqueles que estamos habituado a vê-la!
Em 1995, Mel Gibson conseguiu fazer o que mais nenhum actor conseguiu até hoje. Interpretar, produzir e realizar um filme e vencer um Globo de Ouro (melhor realização) e dois óscares da academia (melhor filme e melhor realização) com ele. Braveheart é um marco na história do cinema, um dos melhores filmes de sempre e sem dúvida um dos meus favoritos!
Baseado na história real de William Wallace, um escocês que lidera uma nação contra o tirano rei inglês, conquistando por fim a liberdade…sinteticamente é isto. Mas desde as interpretações, às cenas de guerra, os momentos mais sentimentais, à banda sonora (ouçam a faixa “A Gift of a Thistle”…a melodia mais bonita que já ouvi!), Braveheart é um épico de 3 horas que não deixa ninguém indiferente…Além de dinheiro, Mel Gibson ganhou o respeito de toda a gente.
Depois de emprestar a voz no filme “Pocahontas”, Mel conta-nos a história de um homem convencido que tudo que é relatado nos jornais é um encobrimento ao que realmente se passa no mundo, e só consegue encontrar paz nos braços de uma mulher (Julia Roberts, que também está muito bem). Uma excelente, e por vezes emotiva, interpretação em “Teoria da Conspiração”.
Para quem gosta de filmes com revolveres, homens duros, mafia, curativos feitos à pressa e sovas constantes que o actor leva desde o início do filme e que nunca chegam a sarar…Payback é para vocês! Apesar do que possa parecer, tem um argumento muito bom, sempre com a pitada de comédia de Mel.
Mas tava na altura de fazer mais um épico. Benjamin Martin, um ex-militar pacato que vive da terra vê o seu filho ser assassinado por oficiais ingleses durante a guerra de independência dos EUA. Começando por uma pequena milicia, rapidamente correm boatos da sua eficacia em combate e torna-se um elemento chave na guerra! Um filme fantastico com mais uma interpretação daquelas…Heath Ledger (Brokeback Mountain) também participa no filme.
Mel Gibson é sem dúvida o homem que queremos ter ao nosso lado numa batalha. Depois de um escocês rebelde da idade média, e de um americano do século XVII, Mel Gibson experimentou a guerrilha urbana em “We were soldiers”.
O senhor que se segue (senhor mesmo…) é uma da maiores estrelas de Hollywood actualmente e de sempre.
Nascido à 51 anos nos EUA, Mel mudou-se aos 12 anos para a Australia com os seus pais e 6 irmãos (actualmente Mel tem também sete filhos e no filme “O Patriota” representa um homem com sete filhos também…). Começou a sua educação de actor na faculdade e começou a ganhar papéis em filmes devido à sua boa aparência.Mas foi com Mad Max, em 1979, que foi catapultado para o sucesso. Representando um policia num mundo futurista, que depois de um gangue matar a sua familia e melhor amigo decide vingar-se (que original!).
Ainda interpretou mais dois Mad Max, mas foi com Arma Mortifera que solidificou a sua presença no grande ecrã, interpretando (com Danny Glover) uma comédia de acção de dois polícias unidos por uma forte amizade…Resultou tão bem que teve direito a mais 3 sequelas (7 filmes com apenas 2 personagens…).
Já nos 90’s deu vida a um cowboy com tanto jeito para a burla como para o jogo, Maverick é um filme engraçado que conta ainda com Jodie Foster num papel bem mais leve do que aqueles que estamos habituado a vê-la!
Em 1995, Mel Gibson conseguiu fazer o que mais nenhum actor conseguiu até hoje. Interpretar, produzir e realizar um filme e vencer um Globo de Ouro (melhor realização) e dois óscares da academia (melhor filme e melhor realização) com ele. Braveheart é um marco na história do cinema, um dos melhores filmes de sempre e sem dúvida um dos meus favoritos!Baseado na história real de William Wallace, um escocês que lidera uma nação contra o tirano rei inglês, conquistando por fim a liberdade…sinteticamente é isto. Mas desde as interpretações, às cenas de guerra, os momentos mais sentimentais, à banda sonora (ouçam a faixa “A Gift of a Thistle”…a melodia mais bonita que já ouvi!), Braveheart é um épico de 3 horas que não deixa ninguém indiferente…Além de dinheiro, Mel Gibson ganhou o respeito de toda a gente.
Depois de emprestar a voz no filme “Pocahontas”, Mel conta-nos a história de um homem convencido que tudo que é relatado nos jornais é um encobrimento ao que realmente se passa no mundo, e só consegue encontrar paz nos braços de uma mulher (Julia Roberts, que também está muito bem). Uma excelente, e por vezes emotiva, interpretação em “Teoria da Conspiração”.Para quem gosta de filmes com revolveres, homens duros, mafia, curativos feitos à pressa e sovas constantes que o actor leva desde o início do filme e que nunca chegam a sarar…Payback é para vocês! Apesar do que possa parecer, tem um argumento muito bom, sempre com a pitada de comédia de Mel.
Mas tava na altura de fazer mais um épico. Benjamin Martin, um ex-militar pacato que vive da terra vê o seu filho ser assassinado por oficiais ingleses durante a guerra de independência dos EUA. Começando por uma pequena milicia, rapidamente correm boatos da sua eficacia em combate e torna-se um elemento chave na guerra! Um filme fantastico com mais uma interpretação daquelas…Heath Ledger (Brokeback Mountain) também participa no filme.Mel Gibson é sem dúvida o homem que queremos ter ao nosso lado numa batalha. Depois de um escocês rebelde da idade média, e de um americano do século XVII, Mel Gibson experimentou a guerrilha urbana em “We were soldiers”.
Durante a guerra do Vietname um capitão e os seus soldados vêem-se cercados e só um grande líder consegue fazê-los sair de lá com vida. Depois do Resgate do Soldado Ryan, este é para mim o melhor filme de guerra.Havia um género que ainda não tinha sido experimentado, o terror. Mas em vez de fazer uma carnificina desenfreada e estupida que Hollywood nos habituou…surge um filme com ritmo, calmo…Tão calmo que torna a coisa muito mais assustadora! E ainda consegue ter episódios de comédia deliciosos (os chapéus de folha de aluminio…)
Sinais é a história de uma invasão extra-terrestre, que apesar de global, é centrada numa casa no centro dos Estados Unidos…e mais não é preciso!Com cenas de saltar da cadeira (a perna no meio do campo de trigo, o alien no filme caseiro brasileiro e a mão debaixo da porta na cave…) é o único filme do estilo que gosto, e recomendo…Mas em 2004 a coisa começou a descarrilar. Paixão de Cristo pôs todo o mundo num alvoroço...
Ninguém ficou indiferente, e foi a prova provada de o quanto a estupidez humana não tem limites (já dizia Einstein: Só há duas coisas eternas, o Universo e a estupidez humana… e não tenho tanta certeza quanto ao Universo…), e depois admiram-se que eu seja contra as religiões…
Vê-se filmes terroristas do médio-oriente e o realizador não é acusado de ser preconceituoso. Terroristas alemães e russos invadem os filmes da acção à mais de 30 anos e não se ouve ninguém a queixar-se. Faz-se um filme sobre a morte de Jesus Cristo pelos Judeus….ANTI-SEMITA!!!É um fime! É uma opinião! Mas só porque mexe com a nossa sagrada religião…ta tudo lixado…enfim!
Com uma brutalidade por vezes levada ao limite (e além!), Mel Gibson retrata a sua visão dos ultimos momentos da vida de Cristo (quem viu o filme no cinema sabe que toda a gente estava lavada em lágrimas, e houve mesmo quem não aguentasse). Completamente falado em aramaico (pormenor que achei delicioso), o filme mostra-nos, mais do que tudo o resto, que não somos capazes de ver a religião de uma maneira imparcial, sem nos sentirmos ofendidos por um FILME!! Uma enorme interpretação de James Caviezel (Conde de Montecristo, Barreira Invisivel e Deja Vu) que vai ficar pa sempre marcado pela personagem.
O ridiculo é tao grande que houve quem conseguisse ver motivos religiosos no seu próximo filme. Apocalypto é a odisseia de um homem que foge a um sacrificio humano e tenta salvar-se a si e à sua familia. À imagem da Paixão, este é também um filme com o seu grau de brutalidade, que nem toda a gente gosta. Com um elenco absolutamente desconhecido e mais uma vez num idioma antigo, Mel arriscou mais uma vez e foi bem sucedido. Mas o público, viciado em filmes de gente bonita e estilosa, não está preparado para uma visão crua de uma história…talvez mais tarde lhe dêem o mérito que não recebeu agora…Quer a Paixão de Cristo, quer Apocalypto, foram completas apostas pessoais de Mel Gibson. Foi responsável pela realização, produção e argumento (participa ainda na Paixão de uma maneira indirecta…a mão que prega Jesus Cristo à cruz é a dele…)
Seguiram-se episódios de alcoolismos, acusações de anti-semitismo, homofobia e até anglofobia (contra os ingleses). Mel Gibson já foi acusado de tudo e mais alguma coisa. Mas
pessoalmente, prefiro salientar tudo o que ele já fez, e que as pessoas com memória muito curta fazem questão de esquecer.Mel Gibson é uma enorme estrela de cinema à mais de 30 anos, com interpretações inesqueciveis e ainda demonstrando grande qualidade na realização (tem apenas 4 filmes realizados), e é assim que o quero lembrar. Episódios recentes não apagam o que ele já conseguiu e ainda vai conseguir (tem dois filmes previstos para 2008, ambas interpretações).
Talvez o melhor seja passar despercebido nos próximos tempos para que os ânimos dos padres pedófilos, das freiras de cruzes de ouros e Papas de sapatos “Prada” acalme…
Saudações comuns mortais!

1 comentário:
Ai Mel mel... Que charme meu deus... Ate gostava de ser abelha so por causa dele lololol
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